Tudo na vida tem sua primeira vez.

Um conto erótico de Yuzo
Categoria: Heterossexual
Data: 09/01/2011 00:59:06
Última revisão: 22/06/2019 00:39:38
Nota 9.84

O primeiro amor. A primeira namorada. O primeiro beijo. A primeira punheta. O primeiro emprego. E por aí vai. Momentos marcantes que passam a fazer parte da nossa vida, da nossa história. Todavia, nada, nada é mais inolvidável do que a primeira transa.

Uns conseguiram com a amada, numa desvirginação recríproca. Outros com a vizinha, a colega de escola, a tia gostosa, a prima, a cunhada, a irmã e até mesmo com a mãe. Que inveja desses sortudos, que inveja! E a deste ¨japanesis brasiliensis taradus¨? Querem saber? Não foi com uma mulher maravilha altona. Foi assim...

Nos aproximamos daquela casa mal falada. De dia, uma pocilga. Onde junto com outros moleques, fomos várias vezes, na esperança de espiar alguma coisa. Ver um homem comendo uma mulher. Até que fomos surpreendidos pela cafetina e acabamos levando um corridão.

Desta vez não. Estávamos no horário nobre, nos aproximando pela porta da frente. A varanda ornada com lâmpadas coloridas. No bolso, parte do meu primeiro salario de ¨office boy¨. E na frente o Neno, também menor, um pouco mais velho e que já frequentava a casa.

Meu pai era o vice-prefeito da cidade. Com certeza, muita gente nos conhecia. Minha família era tremendamente moralista e assim, a aventura era furtiva. Não estava frio, mas mesmo assim, ergui a gola do casaco, ocultando um pouco o rosto.

Ao entrar na sala, estufei o peito, tentando aparentar mais idade. Tudo era novidade. Desde a casa de tolerância e maior das façanhas: a primeira vez que iria comer uma mulher! Eu ainda não acreditava que isso estava para acontecer.

O pau não amolecia, pulsando ansioso. Quem seria a mulher? Qual a sensação de tocar seu corpo nu? Pegar nos peitos dela, apalpar a bunda, passear a mão pelas coxas e meter. Nossa, eu estava prestes a meter numa boceta!

A mão direita que tocara tantas punhetas estava inquieta, escondida no bolso da calça. Através do forro, chegava no pênis, inchado de tesão. Na cabeça, além da inquietação, o medo de não conseguir.

Uma mulata veio em nossa direção. Pegou em nossas mãos e nos conduziu até um sofá velho e puído. No ar, a fumaça de cigarros deixava o ambiente sufocante. Como o expediente mal começara, éramos os únicos clientes, com seis mulheres circulando pelo salão. Neno já se atracou logo com uma loira.

A mulata que estava comigo, perguntou meu nome e ensinou o seu: Larissa. Com certeza falso, nome de guerra. Pouco importa. Ofereceu bebidas que recusei, temendo não poder arcar com a conta. Acabamos indo para o quarto.

Larissa começou a se despir, ante meu olhar assustado e desejoso. Não era bonita, seios caídos. Já com certa idade, talvez mais de quarenta, ainda tentando competir com as mais jovens que dia a dia, ingressam no mercado do sexo. Mas, para mim, naquela hora, era a mulher mais gostosa do mundo.

Como já havia sido a professorinha, a irmã mais velha e até a mãe, sentimento que Freud chamou de complexo de Édipo, mas, qual homem não as desejou nessa fase? Conflitos entre incesto e tesão. A descoberta de que o proibido é quase sempre o mais gostoso. Quem não cheirou calcinha usada em banheiro?

Alguns anos antes, meu grupo de moleques se reunia debaixo das arquibancadas do ginásio de esportes, para ver revistinhas de mulher pelada, masturbar e até fumar. Tinha um, dois anos mais velho, que já tinha comido mulheres, até mesmo dona Marta, a encarregada do posto de saúde. Suas histórias causava comoção entre nós, todos virgens.

Minha maior experiência era tomar banho com mamãe. Coisa que nem sei quando começou. Só sei quando parou. A ultima vez foi aquela em que ela estava lavando meu pau e ele endureceu. Aquilo fez com que ela desse uma alisada, examinando o fato novo. Eu me excitando com o toque da sua mão aveludada.

Teve depois a vez quando uma tia, irmã mais nova da mamãe veio nos visitar. Seus abraços provocava ereções violentas e hoje, desconfio que ela percebia e se divertia me vendo excitado. Acabou que ela dormiu no meu quarto, numa cama quase ao lado da minha.

A barra da camisola tinha subido, expondo a calcinha branca, que deixava sua bunda mais sensual ainda. Toquei suas nádegas de leve, sentindo o calor e maciez da pele, branca e lisa que cobria as carnes opulentas. Com os hormônios agitados, tudo que via ali, não era a tia e sim, o traseiro de uma mulher gostosa.

Eu estava acostumado com a cena. Afinal, quando papai viajava, eu dormia com mamãe. Com uma bunda gostosa igual o da irmã. Que eu cobiçava. Fingindo dormir, tocava de forma involuntária. Quanto prazer deveria proporcionar suas partes pudicas a um jovem macho como eu, hormônios pululando de tesão e vontade!

Fui para a cama da tia. Com cuidado para não despertá-la, abaixei a cueca e encaixei minha rola no meio das suas coxas, ajeitando na posição de conchinha. Fiquei me esfregando nela. Senti que o gozo estava vindo. Com medo de esporrear, me afastei.

Demorei para pegar no sono. A vontade de transar me corroía. Acho que sonhei que estava com meu pau dentro da boceta dela. Acordei todo melado e minha primeira transa poderia ter sido aquela. Qualquer dia crio coragem e vou conversar sobre aquela noite. A pulga atrás da minha orelha vive coçando. Com a suspeita de que ela estava acordada.

E agora, estava eu, com uma profissional do sexo. Não seria melhor, se fosse alguém da família? Ah, ilógicas convenções sociais! Larissa tirou a saia e a blusa. Eu ali parado, sem desgrudar o olhar do seu corpo, vendo-a tirar a calcinha.

Ela me ajudou a tirar as roupas e pegou no meu cacete, duro, prestes a explodir. Sem mesmo tirar o sutiã, me puxou até a cama. Deitada de costas, passou algum lubrificante na xoxota. Abriu as pernas e me puxou para cima dela.

Tempos em que ainda não havia aids. O mais assustador era a gonorreia, doença venérea que diziam, se pegava com prostitutas.

A sensação tantas vezes imaginada estava acontecendo de verdade. Eu estava pelado, sobre uma mulher pelada e de pernas abertas, com o buraco quente chamando a penetração! Tentei enfiar e a cabeça escorregou pelos lábios vaginais lubrificados.

Experiente, ela pegou na minha pica e direcionou para o lugar desejado. A ponta do cacete deslizou fácil naquela gruta macia. A sensação era indescritível. Estava com o pau dentro de uma boceta! O coração batia acelerado, sentindo meu cacete envolto pelas carnes íntimas da mulher.

Nossa, era bom demais! Quem condena as putas não sabem quão relevantes são os serviços que elas prestam à sociedade. Especialmente para os homens, virgens ou não. Realizando seus desejos, anseios, fantasias. Serviços merecidamente pagos.

Desajeitado, meti de forma alucinada e rapidamente, gozei. Gozei e gozei como louco. Foi a mais forte e intensa ejaculada da vida. Pensei que fosse desmaiar de tanto prazer. Tudo ali embaixo era quentura e umidade. Debilitado, senti todo corpo relaxar, caindo sobre ela, mole como um invertebrado.

Bem diferente da punheta. Sem aquela sensação frustrante depois do gozo. Embaixo de mim um corpo vivo, morno, de mulher que acabara de receber a minha porra em seu ventre. De pele macia, retribuindo o meu calor. É, de todas as coisas boas da vida, aquilo era, sem sombra de dúvidas, a melhor!

Ao voltar ao salão, Larissa gritou: ¨-Trinta e quatro!¨. Foi ovacionada e cumprimentada pelas outras. Eu tinha sido o trigésimo-quarto ex-virgem a ser iniciado por ela.

O problema foi o burburinho causado. Eu encolhido, morrendo de vergonha. Todos no salão se viraram para a entrada da corredor, que dava para os quartos, bem onde nós estávamos.

Foi quando gelei, as pernas bambearam ao ver nada mais nada menos quem: meu pai! Sim, ele mesmo, em campanha política. Sentado num sofá, junto com uma das meninas e me fuzilando com o olhar! Afinal, putas também votam...

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Comentários

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19/06/2019 16:04:48
Muito bom seu conto , os detalhes e como você escreve torna ainda mais excitante .
09/05/2019 18:33:29
Gosteido conto. Tantas querendo pegar virgens e tantos pagando pela primeira vez. Quanto desperdício a vida provoca...
29/04/2019 07:35:59
Sem dúvida a primeira vez fica marcado para sempre.Obrigado por ler e votar leia os outros também
22/04/2019 20:48:35
E põe inesquecível nisso, querido. Uma primeira vez na vida sexual se torna marcante dependendo da ocasião e também do parceiro que o satisfaz... isso sem contar com o humor característico que é a sua marca registrada nas publicações que escreve. Beijinhos.
21/04/2019 16:47:29
Oioi, Yuzo! Viemos por indicação do nosso querido e muito maravilhoso amigo Coroa Casado. Que indicação incrível! Com certeza, você é mais um dos escritores com quem aprenderemos muito! Gratidão pelo texto bem cuidado, que contém toda a sua expectativa em ser iniciado, tensão sexual, uma pitada de surpresa e humor, no final. Abraços! Fauzia.
07/04/2019 11:36:07
Eu me lembro como se fosse hoje, coincidentemente tive a minha primeira vez com uma garota de programa e foi inesquecível, a exemplo desta sua jornada; fatos curiosos que podem ser observados são a fama da "Larissa" e das demais de terem esta competição particular de iniciarem os virgens no mundo do sexo e a "presença" de seu pai no prostíbulo em plena campanha eleitoral. Criativo e excitante, amigo japa.
05/03/2019 10:05:47
Muito bom.
04/03/2019 20:12:18
Saudades de um tempo que ansiava pela primeira mulher e tudo era tão maravilhosamente misterioso. Sonhava acordado com o pensamento de como seria... qual seria a sensação... doces reminiscências. Sexo sempre foi e será bom, mas naqueles tempos... que coisa boa recordar. Publiquei mais um conto... quando tiver um tempo passa lá pra dar uma olhada
04/03/2019 14:26:18
Delicia de conto.
03/03/2019 18:10:42
Primeiramente gostaria de agradecer sua visita no meu conto . Sobre seu conto ,você está de parabéns ,nota máxima , muito excitante ,delícia de conto .
27/02/2019 21:22:14
Gosto dos teus contos. Este, mais do excitada, satisfez minha curiosidade de como os rapazes são iniciados. Me deixou com vontade de fazer como essa dama da noite, que já pegou trinta e quatro virgens. Rsrs. Conto 10, preciso falar mais? Um beijo!
28/01/2019 12:16:07
Gostei muito do relato, principalmente por descrever o desejo carnal, sem olhar a quem...Seja sua mãe deitada ao lado na cama.. seja um prostituta ...
17/01/2019 06:38:24
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 150 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 81 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
01/11/2018 11:20:54
Por menor que sejam as recordações, ínfimas no hoje presente é um momento único perpetuado em nossa alma a primeira vez, não só na perda da virgindade – Um troféu de orgulho egocêntrico como a delinear o futuro nosso já passado agora. Não menos importante o papel da Larissa, quais outras a outros, que, pessoal, foi Vera, uma mulher de seus quase quarenta anos, uma bunda farta, seios grandes. Por incrível que possa ser aos meus vinte e um anos. A notação subliminar da gonorreia, o terror nosso de cada dia, digamos facilmente curado com antibióticos, não como a AIDS, o pavor da nova geração. Digamos que após a cura, o doente da gonorreia tornava-se herói. Entretanto, serviu para um fetiche de ter as mãos da mãe manipulando o pênis, despertando algo pecaminoso no jovem. Há de sermos culpados por isso? Claro que não. Quanto a deitar-se com a mãe, ela de camisola, só esse trecho valeu a nota máxima ao conto. Como sempre alego aos amigos, serei eterno pobre porque em toda minha vida o meu vício é a mulher, nunca o dinheiro. Essa passagem tem tudo que é excitante.
30/08/2018 14:13:50
sensacional
26/08/2018 02:33:28
Excelente! Muito bom!
23/07/2018 23:16:09
Parabéns, nota dez...
11/02/2018 10:01:01
Gostei do conto, de saber como foi a tua primeira vez. Muito interessante. Poderia ter sido comigo, né? RsrSrs... Pra te deixar animadinho te dei um 10. Valeu? Beijaaauuummm*-*
01/12/2017 01:02:33
a primeira vez e algo realmente inusitado delicia de conto amigo nota dez
15/01/2017 23:42:38
Muito bom este relato. Ficou um ar de veracidade. Deu para sentir que ansiedade pela primeira vez é igual tanto nos homens como nas mulheres. Narrativa tesuda, erótica...carregada. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez. Bjs babados.

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