Safadeza com a cunhada de 16

Um conto erótico de Keyser Soze
Categoria: Heterossexual
Data: 03/10/2013 18:06:26
Nota 9.80

O que narro, a seguir, aconteceu há dois meses. Tenho uma cunhada com 16 anos de idade. O rosto dela ainda é de criança. O corpo é de uma menina começando a se desenvolver. Os peitinhos são pequenos. As pernas já estão bem torneadas. A cintura é fina como a de uma boneca Barbie e, o principal, a bunda, está começando a ficar empinada e a querer sair da roupa, quando ela põe um short apertado. Vou chama-la aqui de Mel.

Ela é evangélica (não muito convicta), mas seus pais são bem radicais. Já faz uns dois anos que bato punheta pensando nela, pois seu corpinho vem ficando mais gostosos a cada dia que a vejo.

Entretanto, nunca pensei que algo fosse acontecer. Ela não me dá espaço algum. Ou melhor, não me dava. Depois do que aconteceu, ela me confidenciou que começou a ver vídeos e a ler contos eróticos. E após ler alguns contos de sexo com cunhado, ficou com tesão por mim.

Eu tenho 30 anos. Sou casado há 05. Ela, recentemente, acabou seu primeiro namoro, pois o cara não aguentou ficar sem sexo.

Um dia, minha mulher foi com os pais dela à Capital, fazer uns exames. Moramos em uma cidade razoavelmente longe, distante de lá uns 90 Km. Chovia muito no fim da tarde, e minha esposa me pediu para ir à casa dos pais dela, jantar por lá, para minha cunhada não ficar só, porque eles iriam se atrasar, por haver muitas pessoas à sua frente, na clínica. A previsão é de que sairiam às 19h e chegariam às 20h.

Eu fui até lá. Fiquei na sala da TV e minha cunhada no quarto dela. Como sempre, ela só me cumprimentou quando cheguei e lhe disse que os seus pais e minha esposa haviam me pedido para ficar com ela.

Por volta das 19h faltou energia. Na hora minha cunhada me chamou: “Beto, você está aí. Estou com medo.” Eu disse que iria busca-la e com lanterna do celular fui até o seu quarto. Ela estava deitada na cama, com a bundinha para cima, só com uma camiseta regata branca, que mal escondia seu rabinho. Meu pau enlouqueceu na hora. Eu a chamei para ficarmos na sala. Ela veio comigo, segurando firme no meu braço, dizendo que tinha muito medo do escuro. Só em sentir aquela pele macia, novinha, eu ficava doido dedo de tesão.

Sentamos no sofá, conversando besteira, sobre o que ela estava fazendo (ela disse que estava estudando) e o que eu estava assistindo na TV. Cerca de 10 minutos depois, toca meu celular. Era minha esposa dizendo que iria demorar muito, pois tinha havido um deslizamento na estrada e a Polícia Rodoviária Federal estava desviando o fluxo de carros para uma estrada estadual, o que atrasaria ainda mais a viagem, de forma que chegariam por volta das 22h. Minha esposa perguntou se estava tudo bem. Eu disse que estávamos no escuro, sem energia. Ela sabia que eu iria para a academia, mas me pediu para eu faltar e ficar com minha cunhada até eles chegarem.

Quando eu disse a Mel o que minha esposa tinha pedido, ela disse: “que bom!”. Perguntei o porquê de ela achar bom, esperando o óbvio, que ela dissesse que não queria ficar só. Aí veio minha surpresa e a sorte sorriu para mim.

Ela me disse que queria aproveitar que estava só comigo e tirar umas dúvidas. Eu perguntei sobre qual assunto. Ela me fez jurar que eu não contasse a ninguém. Isso já foi me deixando de pau duro de novo, só de imaginar o que poderia vir. Ela continuou, dizendo que não tem espaço para conversar sobre sexo com seus pais, nem com minha esposa, sua irmã. Eu, ainda sem saber onde poderia estar pisando, disse que eu não era a pessoa indicada para lhe dar conselhos sobre sexo. Ela disse que, ao contrário, eu era a pessoa perfeita, porque eu não diria a ninguém o que conversássemos, pois não sairia bem para ela, nem para mim, diante da família, o termos uma conversa assim. Vi que a danada era mais esperta do que eu imaginava.

Ela me disse que era virgem, que tinha muita curiosidade sobre sexo e andava lendo muito a respeito. Inclusive, antes de faltar energia, estava lendo sobre zonas erógenas. Achou interessante saber que seu corpo tinha vários pontos de excitação, mas não conseguia estimular a si mesmo. Queria saber qual era a sensação de um orgasmos e como eu fazia para deixar minha irmã com tesão.

Eu perguntei “você quer que eu diga ou que eu demonstre?” Ela disse: “quero que faça em mim, como você faz na minha irmã, mas não vamos fazer sexo. Quero continuar virgem”.

Apesar de estarmos no escuro, um pouco de luz da lua entrava pela janela, de forma que víamos pouco um ao outro. Para aumentar o tesão, eu disse que lhe vendaria os olhos, só para ela se concentrar no prazer que sentiria. Ela gostou. Tirei minha camisa, dobrei-a e vendei os olhos dela. Eu disse: “vá me falando quando estiver normal, gostoso, e muito gostoso”. Deitei-a no sofá. De lado dela, comecei a beijar seu rosto, nas bochechas. Ela disse: “normal”. Dei um beijo no seu lábio inferior, bem carnudo e ela disse: “ficou gostoso”. Fui descendo pelo seu queixo, com suaves beijos e comecei a beijar seu pescoço. Ela disse está muito gostoso. Subi até sua orelha e sussurrei: “eu ainda nem comecei o melhor”. Ela falou baixinho: “ai, assim é muito bom, fala mais no meu ouvido”. Eu disse: “você sabia que eu te desejo muito? Eu me masturbo pensando em você já há um bom tempo” Ela disse: “safado...” Eu perguntei “e você é o quê, senão uma safadinha?” E comecei a lamber sua orelha. Ela disse: “ai, meu Deus, como isso é bom”. Pedi para ela se virar para eu lamber sua nuca. Quando ela se virou, a camiseta se encolheu um pouco e sua bunda, coberta parcialmente por uma calcinha pequena ficou me paquerando. Quase gozei só em vê-la. Sou louco por bunda e por sexo anal. Mas eu não poderia assustá-la. Comecei a lamber sua nuca. Ela só fazia gemer. Passei a alternar beijos, lambidas e mordidas.

Resolvi partir para um risco maior. Disse: se você quer mais prazer, tire a camisa. Como você está virada, só verei suas costas e sua calcinha. Ela tirou sem hesitar. Passei uns 10 segundos só admirando o seu corpo e criando um suspense. Ela perguntou: “o que foi? Por que parou?”. Sem que ela esperasse, dei uma lambida ao longo de suas costas, subindo, da ponta de sua calcinha até a sua nuca. Ela soltou um demorado “ai”. Eu perguntei: “está gostoso”. Ela só fez dizer “por favor, não para, não para”.

Eu lhe dei um delicioso banho de língua nas costas, nos ombros, nas mãos, na nuca, sempre alternando com beijos suaves e mordidas leves. Não me contive e me deitei em cima dela, encoxando seu bumbum. Fiz força, pressionando seu rabo com meu pau, enquanto lhe mordia os ombros e o pescoço. Ela estava enlouquecida. Eu perguntei se ela estava gostando de sentir meu pau na sua bunda e ela balançou a cabeça dizendo que sim. Perguntei se ela queria meu pau dentro da bunda e ela disse: “hoje não!” Pedi, então, que ela se virasse, para eu lamber seus seios. Não sabia se ela permitiria. Ela se virou sem pensar nem por um segundo. Aqueles seios pequenos, com os bicos empinados..., que loucura! Comecei a passar a língua em movimentos lentos e circulares. Da ponta de cada bico, até ao redor dos seios e entre eles. Ela gemia muito de prazer, mas baixinho. Passei a chupá-los, devagar no início, com a intensidade aumentado. Quando seus gemidos começaram a ficar altos, eu disse: “quero fazer você gozar. Confie em mim. Vou tirar sua calcinha. Não vou comer você, mas você não vai esquecer essa noite.” Ela não disse nada. Já estava bem ofegante. Comecei a beijar seus pés e fui subindo até sua calcinha. Beijei e lambi sua boceta, por cima encharcada calcinha. Vagarosamente fui puxando sua calcinha e uma boceta pequena, linda, cheirosa e raspada apareceu. Parecia que eu é quem estava fazendo sexo pela primeira vez, tal o meu tesão. Comecei a cheirar sua boceta. A cada inspirada forte que eu dava, encostando meu nariz e boca na sua xoxota, ela gemia alto. Passei a língua por toda a boceta. Por fora, primeiro, depois por entre os lábios. Eu queria sentir o gosto do seu cabaço. Enfiei a língua dentro. Estava toda molhada. Nenhuma bebida pode ser mais gostosa que aquilo. Eu dava estocadas com a minha língua na entrada de sua vagina. Que xoxota gostosa. Limpinha, novinha, uma delícia. Fui para o seu grelinho. Movimentos circulares, mordidas leves e muita chupada naquele grelo pouco aparente a deixaram louca. Ela começou a ter espasmos. Aumentei a intensidade. Ela já falava alto. Eu disse que ela não tivesse vergonha de gozar na minha boca. Ela segurou meus cabelos e empurrou-me para a sua xota e disse alto: “NÃO PARA”. Voltei a chupá-la freneticamente, com força e apertando os seus seios. Ela disse: o que é isso....? Vou gozaaaaaarrr....” e começou a se tremes. Sua boceta jorrou aquele suco do prazer na minha boca. Eu engoli enquanto ela se contorcia em gozo. Eu a virei com força, e meti a cara no meio da sua bunda e comecei a lamber e chupar seu cú. Ele teve um orgasmo múltiplo. Deu gritos de prazer como nunca vi uma mulher fazer. Ela sequer conseguia pronunciar uma palavra. Eram só gritos de tesão. Eu deveria ter filmado. Enfiei o dedo no cú dela e comecei um vai e vem com meu dedo, bem rápido e forte. Ela continuou gritando e se contorcendo. Até que parou desfalecida, pedindo-me água e dizendo que precisava respirar. Perguntou se sexo ela melhor que aquilo, eu disse que era muito melhor. Nessa noite ficamos abraçados e nos beijando. A energia voltou por volta das 21h. O pessoal só chegou duas horas depois. Desde esse dia, passamos a ter esses momentos de safadeza com mais intensidade. Em outra oportunidade eu contarei como comi a bunda dela.

Comentários

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03/10/2013 21:26:06
otimo conto.
03/10/2013 19:59:20
Sensualidade altíssima, ótimo conto. Nada como uma novinha, sempre bem gostosinha para demonstrarmos demoradamente nossa experiência, dando a ela a segurança tão necessária nesse início de vida sexual sadia. O anal que deverá seguir a esse encontro é imprescindível para complementar a iniciação da garota. Parabéns. Val --
03/10/2013 18:36:06
ótimo conto
03/10/2013 18:24:27
1º conto? foi realmente fantástico! continue , por favor... vou dar um 10. a propósito, leia os meus também, são mais ou menos do mesmo tema!

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