Na cama com meus cunhados: três momentos

Um conto erótico de Anascimento
Categoria: Heterossexual
Data: 18/08/2016 23:21:15
Nota 10.00

Na cama com meus cunhados: três momentos

I – Entre os dois: a dupla penetração

Vou começar minha história pelo momento mais delicioso dela. Estava lá na nossa cama de casal, entre as paredes do nosso quarto, dentro da nossa casa, mas não estava com meu marido. No lugar dele não um, mas dois caras que me faziam derreter de tesão. E eu entre eles, prensada, pele na pele. O cara de baixo com o pau todinho dentro da minha buceta, dando leves estocadas que me faziam sentir o saco dele roçando em mim. O cara de cima comia sem dó meu cuzinho, batendo suas coxas na minha nádega enquanto apoiava uma das mãos na cabeceira da cama e jogava o peso do corpo sobre mim. Me sentia toda invadida e preenchida. Embora a dor fosse frequentemente incômoda, o tesão proporcionado por aquela situação e pela identidade dos meus parceiros me levava a um prazer absurdo. Estávamos naquela brincadeira há um tempinho já. E ela era a coroação de tudo que havíamos feito naquela tarde de sábado. Eu beijava loucamente um deles, em meio a gemidos, enquanto sentia o outro arfar um bafo quente na minha nuca. Me sentia uma vadia. O cara de baixo, quando passei a morder o pescoço dele, disse para o outro:

“Mano, vamos fazer o que ela quer. Quando tiver pronto pra gozar, dá um toque, que a gente vai gozar ao mesmo tempo nesta delícia de vadia, não é cunhadinha?”.

Eu olhei para ele, mordi os lábios de tesão e respondi:

“Quando quiserem, sou todinha de vocês!”.

O cara que comia meu cuzinho não vacilou:

“Então prepara aí que vai ser agora. Vamos encher essa vadia de porra!” E completou “Cunhada gostosa!”.

Enquanto um começou a dar estocadas na minha bucetinha da forma como era possível, o outro acelerou e começou a foder meu cuzinho com mais vontade. Ouvia as batidas da coxa no meu bumbum e aquele barulho foi me deixando louca. Comecei a gemer, e eles também. A coisa foi ficando cada vez mais intensa até que o primeiro gozou na minha buceta. Não estávamos usando camisinha, então senti a porra escorrer pela minha buceta e o pau melado dele entrar e sair com mais facilidade. Enquanto ele gemia e falava um monte de coisas desconexas, o segundo segurou bem firme na minha cintura e gritou:

“Lá vai, vadia, sente a pressão da porra no seu cuzinho!”

Senti uma pressão a mais, um pouco mais de dor e depois um silêncio dos dois. Os paus pulsavam dentro de mim e a porra escorria tanto do cuzinho quanto da buceta. Comecei a sentir tudo ficar molhado lá embaixo. O cara que estava por cima saiu e, em seguida, eu levantei e tirei o cara que estava por baixo de dentro de mim. Passado o tesão do momento, me senti toda mole e cansada. Despenquei na cama, ao lado do cara que tinha comido a minha xana enquanto o outro me olhava ajoelhado na beira da cama, com cara de cansado.

“Vem pra cá, deita aqui do meu ladinho!” – pedi para o cara que estava ajoelhado.

Ele não hesitou. Deitou-se do outro lado e ficamos ali, os três juntos. Fez-se um breve silêncio, então tornei a falar:

“Vocês mandaram superbem, era exatamente o que eu queria fazer!”

“Já te disse várias vezes, sempre que você quiser meu pau é seu, cunhadinha. Só chamar!” – respondeu o cara que havia comido meu cuzinho. E completou: “A gente faz isso há um tempão, mas essa tarde foi diferente, você estava com muito tesão, linda!”

“E você, curtiu a brincadeira, M.?” – Me virei e perguntei para aquele que tinha comido minha buceta.

“Foi uma delícia! Melhor foda da minha vida. Nunca tinha feito sacanagem desse tipo. Para a primeira vez foi inesquecível, gata. Uma cunhadinha como você é fantástica. Só seria melhor se sua irmã topasse participar de uma sacanagem assim. Pensou, eu e vocês duas...

“Na minha cama, só eu de mulher, seu safado!” – Repliquei dando um tapinha no ombro dele.

“Eu, safado?” – ele riu – “Quem trouxe os dois cunhadinhos para a cama do casal, hein?”

“Olha, tenho que concordar com ele, nesta você se superou, A.” – completou V., o outro cara – “Pegar o namorado da irmã e o irmão do marido e trepar com os dois na casa de vocês, sem meu irmão suspeitar, é nível de safadeza ao extremo. Tem que ser muito vadia pra isso... mas você é... você gosta, né, cunhada safada.” E terminou dando um tapa de brincadeira na minha nádega.

“Ah, Vinicius, você tem muito currículo em safadeza. Não é novidade nenhuma. Eu era bem bestinha quando comecei a namorar seu irmão. Quem me iniciou na sacanagem? Você ficou, ficou em cima, até a hora que eu cedi. E depois que eu cedi você não parou mais de arrastar para suas brincadeiras.”

“Como que é? Vocês então já trepam faz tempo juntos?” – interrompeu M. e continuou – “Assim eu fico com mais tesão. Adoro história de sacanagem. Saber que minha cunhadinha pega o irmão do marido faz tempo é demais! Quanto tempo?”

“Desde o namoro com meu irmão. Tem uns sete anos, né, Marília?”

“Cinco que estou casada com ele, mais uns dois anos de namoro. Você começou a dar em cima de mim logo que seu irmão e eu começamos a namorar... É por aí mesmo.”

“Caralho, que putaria cabulosa, A.! Se eu continuar com sua irmã, você vai me manter na sua listinha de PAs também?” – Murilo deu um sorriso safado e eu ri com ele.

“Olha, gostei do seu desempenho. Muito bom pra um cara novinho como você. Minha irmã escolheu bem”.

“Mas sua irmã não me dá o cuzinho. Só agora que ela começou a deixar eu gozar na boca dela. Ela ainda é muito bobinha.”

“Aí que é gostoso. Se quiser um amigo para apimentar a relação de vocês.” – V. se insinuou.

“Olha, cara, nada contra, mas prefiro exclusividade. Pelo menos até ter iniciado ela todinha” – E os dois riram olhando pra mim.

“Seus sacanas! Vocês não acham que eu vou ficar chocada?” – respondi para eles.

“De maneira alguma!” – replicou V. com cara de zombaria.

“Mas achei que você não ia topar, M. Não te conhecia direito...”

“Estava inseguro. Não sabia qual era a sua.”

“Bom, meninos, o papo está muito bom, mas está na hora de vocês irem. O S. falou que voltaria no mesmo dia, daqui a umas duas horas ele deve apontar aí e eu ainda preciso arrumar a bagunça da tarde. Afinal vocês zoaram a casa toda, né?” – disse em tom de censura.

“Ué, fizemos o que você queria. Você não disse que queria que a gente fodesse em todos os cômodos da casa. Faltou só a varanda do quarto, porque não dava”. – Respondeu e riu, dando outro tapa na minha bunda.

“Porra, a gente vai sem mais uma fodinha no chuveiro, pra se limpar?” – falou o M.

“Que isso, ela adora chupar um pau depois da foda. Vem cá, A!” – o V. respondeu e já saiu pegando no meu cabelo e puxando para próximo dele.

“Até curto, mas hoje não vai dar. Não tem como explicar o que meus dois cunhados estão fazendo aqui comigo se o S. chegar de repente.” – Dei um beijinho de consolação na cabeça do pau do V. e outro no pau do M.

“Eu te chamo aqui para tomarmos um banho juntos outro dia. Você foi muito bom hoje. Não vou te tirar da minha lista de PAs. Até porque você tem muitas qualidades: gostoso, dotadinho, novinho e namorado da minha irmã”. – Falei isso olhando para ele e mordendo os lábios. – Agora, vocês vão embora, porque não quero confusão.”

Os dois concordaram e começaram a se vestir. Acompanhei eles até a garagem e os dois entraram no mesmo carro. Haviam vindo juntos para não despertar muito a curiosidade dos vizinhos. Como a garagem era grande e o portão não deixava ninguém da rua ver nada, isso ajudava na discrição.

Voltei para casa e, enquanto arrumava a bagunça, fiquei pensando em como chegamos àquele ponto. Lembrar dos dois, de cada momento daquela tarde me deixava toda atiçada novamente...

II – V., o irmão do meu marido

Assim como o S., meu marido, V. era alto, forte, esportista, tinha os músculos levemente definidos e uma bunda que eu adorava arranhar nos nossos melhores momentos de foda. Seus olhos, mais claros que os de S., eram lindos e faziam eu gozar muito mais quando ficava olhando para eles durante nossos pegas. Gostava muito do tipo físico dele porque eu não sou tão alta e me sentia acolhida e envolvida sempre que transávamos.

Agora, diferente do meu marido, Vinicius nunca teve namorada fixa, vivia pegando uma e outra por aí e era extremamente sacana. Sempre propunha uma sacanagem nova para realizarmos, algumas que eu nem poderia elencar aqui. Ah, além de tudo tinha um pau lindo: cabeça rosada, pele clarinha, medianamente grosso e de um tamanho que me permitia encher a mão folgadamente e ainda sobrava uns quatro dedos.

Como já disse no começo, minhas relações com ele começaram ainda quando estava namorando o meu marido. Logo no começo do nosso namoro, o irmão dele começou a me dar indiretas. Como ele era brincalhão, no início não tinha muita certeza das suas reais intenções. Fazia frequentemente piadinhas sacanas, falava bastante sobre sexo de forma geral e sempre que estávamos só os dois elogiava meu corpo, minha roupa, meu jeito. Ele era muito ousado. Uma vez fomos a uma festa meu marido e eu, ele e uma peguete. Bebemos bastante e dividimos a mesma mesa. Enquanto meu marido foi ao banheiro, ele começou a se agarrar com a piranha na minha frente. Como estávamos num lugar bem reservado, ele meteu a mão no meio das pernas dela e percebi que ele a estava estimulando bem na minha frente. A vadia e ele olhavam para mim só de sacanagem e foi aí que ele me deu a maior direta até então:

“Se quiser, a gente dá um jeito de incluir você na brincadeira, cunhadinha.”

Saí dali imediatamente, encabulada. Procurei o S. e pedi para que fôssemos para casa. Não contei nada para meu marido. Mas fiquei pensando naquela cena inúmeras vezes nos dias posteriores e, ao lembrar daquilo, sentia muito tesão. Foi então que comecei a me masturbar frequentemente pensando no V. Quando nos encontrávamos, não conseguia disfarçar mais o nervosismo que sentia.

A primeira vez rolou mesmo quando fomos à outra festa, uns dois meses depois. O S. ficou muito bêbado, de perder os sentidos e ficar jogado na mesa em que estávamos. Como o V. estava na festa (era uma festa da família), pedi a ele que me ajudasse a levar meu marido pra casa.

“Putz, meu irmão apagou de novo? Viado!” – ele disse, mas foi logo se levantando e me acompanhando.

Colocamos ele no banco de trás do carro do V., deitado e saímos de lá. No caminho, enquanto o S. estava desmaiado no banco de trás, ele começou a puxar um papo bem estranho comigo. Perguntou como estava minha relação com o irmão dele. Falei que estava tudo bem. Ele insistiu se eu conhecia bem o S. mesmo. Falei que adorava o irmão dele e que pensávamos em nos casar no futuro.

Então o V. foi mais incisivo e disse:

“Olha, A., você me conhece, sabe que eu sou safado mesmo, que eu curto pegação... Mas eu sinto que você fica bem diferente, nervosa, quando estou por perto. Já te peguei me comendo com os olhos algumas vezes e acho que você deve pensar em mim de outro jeito também...”

Quando ele disse isso eu corei e falei gaguejando:

“Imagina! Acho que você está interpretando errado as coisas...”

“Eu sei que não estou, abre o jogo, A. Não vou fazer nada contra sua vontade...”

“Mas tem o S., eu não quero estragar nossa relação.” – disse ainda mais nervosa.

“Porra, A., você acha que o S. é fiel a você? Vou te contar uma coisinha.” – e ele começou a me contar uma história. – “Conhece a Elisa, namorada do Vandinho, nosso primo. Você sabe que aquela mina é uma vadia de mão cheia, né? Sabe onde eu estava com o Sérgio na quinta passada? A gente tava, eu e ele, comendo aquela piranha lá na casa dela. Posso te repetir o que ele te disse. Ele disse que tinha chegado uma entrega de urgência lá na empresa que ele trabalha e que ele ia ter que ficar mais um pouco no trabalho, vocês não iam poder se encontrar naquele dia. Sabe como eu sei disso? O sacana do meu irmão ligou pra você enquanto estava com o pau enterrado na xana da Lisa. A safada tava me mamando e dando para o seu namorado. Enquanto ele falava, ela rebolava no pau dele e ria pra ver se ele ia se desconcentrar e dar brecha.”

Conforme ouvia aqui ia ficando vermelha e com os olhos cheios d’água. O linguajar do Vinicius não me espantava porque ele vivia falando de sacanagem, não era novidade para ninguém. Só que eu estava sentindo uma raiva imensa porque era exatamente o que o S. tinha me dito quando ligou naquele dia. Não contente, o V. ainda tirou seu celular do bolso e me mostrou umas fotos do Sérgio fodendo a Elisa.

“Então, A., vou ser bem direto. Pelo seu comportamento quando eu estou por perto, tenho certeza que você morre de tesão por mim. Agora que você já sabe que meu irmão não é fiel, vamos deixar de babaquice e vamos curtir isso que nós sentimos um pelo outro. Garanto que você não vai se arrepender” – e completou dando aquele sorriso safado que ele costuma sempre dar – “Me usa pra se vingar do meu irmão. Estou aqui só pra você.”

Terminou de falar e passou a mão no pau dele deixando eu ver o volume rígido por baixo da calça. Eu achava aquilo extremamente chulo, mas o problema é que sempre que vinha do V., o mais baixo que fosse me fazia estremecer de tesão.

A raiva era tanta que não vacilei. Olhei para trás e verifiquei se o S. ainda estava desmaiado. Já o tinha visto assim outras vezes e sabia que ele ia ficar desse jeito por várias horas. Voltei para o V. e falei:

“Tira o pau agora mesmo para fora!”

“Como quiser, cunhadinha, você que manda!” - Disse isso e sorriu, abrindo o zíper da calça e deixando ver uma cueca preta da qual o pênis dele saltava para fora.

Quando vi aquele pau na minha frente. Aquele pau que eu tinha imaginado várias vezes nos últimos meses me penetrando na boca, na vagina, no ânus, eu fiquei louca e enchi a mão. Comecei a socar uma para ele ora devagar, ora rápido. Depois parei e comecei a passar o dedo em volta da cabeça e levar o dedo até a minha boca para sentir o gosto. O Vinicius alternava o olhar entre a estrada (ele estava dirigindo) e as minhas expressões.

“Não castiga, não, gata. Vem dar uma mamada nele. É todo seu!”

Ao pedido dele, eu me debrucei. A posição era desconfortável porque o carro estava em movimento. Não conseguia ter muito domínio naquela situação, mas comecei a chupar a cabeça do pau dele. Botei ela na minha boca e circulava minha língua ao redor. Tirava e lambia a base de baixo da cabeça do pau dele. Isso deixava ele doido e o fazia pegar na minha nuca e empurrar minha cabeça. Então abocanhava novamente a pica dele e mamava bem intensamente. Ficamos assim um bom tempo até a hora que eu senti que o pau dele começou a pulsar na minha boca bem forte.

“Se continuar assim, eu vou gozar na sua boca, cunhadinha.”

“Se você gozar, vai ter pique pra me foder quando a gente chegar em casa?”

“Claro que sim! Tá me estranhando. Tenho tesão pra te comer a noite toda, se você quiser.”

E dizendo puxou minha cabeça mais uma vez. Chupei bem intensamente e coloquei tudo que dava pra colocar naquela posição dentro da minha boca. Passaram uns minutinhos e eu tirei. Continuei batendo uma pra ele, olhei e disse:

“Então, goza pra mim, bem aqui, no meu rosto, vai, V.”

Não demorou nem um minuto e o pau dele começou a pulsar tão forte que eu senti que viria.

Me preparei, fiquei com a boca por cima da cabeça do pau e quando dei mais uma socada veio um jato bem forte de porra que pegou direto na minha língua. Depois vieram mais jatos. Ele gozava muito. Eles caíam na minha língua e escorria parte para fora, molhando a cueca dele. O último jato pegou no meu rosto. Então levantei, olhei para ele e engoli um restinho que tinha ficado em minha boca.

“Gostosa!” – ele exclamou mordendo os lábios. – “Vamos correr pra casa!”

Após cinco minutos, chegamos a casa deles. Quando conheci o S., os dois dividiam um apartamento. Os pais moravam em outro estado. Subimos. Ao abrir a porta, o V. perguntou onde íamos deixar o S. Respondi que o deixaríamos na cama dele mesmo. Ia demorar ainda um bom tempo para ele dar sinal de vida. Tinha bebido muito. O V. levou o irmão até o quarto e o jogou na cama.

“E agora, gata, quer ir para a sala curtir um sofazinho?” – perguntou ansioso.

“Imagina!” – respondi categoricamente – “A gente vai fazer aqui mesmo.”

“Que isso, M. E se o S. acordar?”

“Ele não vai acordar, tá apagado. Conheço seu irmão. E tem mais. Quando vocês comeram aquela vagabunda, os dois estavam juntos, não estavam?”

“Sim.”

“Então, hoje sou eu quem vai dar o troco. Vem cá. Vamos fazer aqui na sua cama. Deixa ele desmaiado aí.” – falei e fui me deitando na cama do V. e olhando para ele. Estava com um vestido de festa. Fui subindo-o e deixando o V. ver as minhas pernas aos poucos. Dava para ver pela sua expressão que ele estava morrendo de tesão. Abriu e baixou as calças até o meio das coxas, deixando ver o pau estourando dentro da sua cueca preta manchada de porra.

“Tira as calças.” – ordenei.

“M., melhor assim, se ele acordar...”

“Já te disse, ele não vai acordar. Tira!” – estava furiosa com a canalhice do S.

“Beleza, gata.” – V. acatou a ordem e tirou as calças. Não precisou nem tirar o pênis para fora. Ele como que escapou da cueca, não se contendo de tesão. Aproximou-se de mim e retirou minha calcinha enquanto admirava minha vagina.

“Nossa, M., você não imagina quantas eu soquei pensando nessa sua bucetinha deliciosa!” – falou isso enquanto aproximava a cabeça e a colocava entre minhas pernas. Sua movimentação já foi me fazendo abrir as pernas instintivamente e passar a mão pelo cabelo dele. Quando deu a primeira lambida, joguei imediatamente a cabeça para trás e deixei escapar um gemido.

“Hum, V!” – segurei firme um punhado de cabelos dele e o empurrei um pouco mais. Ele enfiava a língua dentro da minha vagina e subia lambendo entre os pequenos lábios até chegar ao clitóris, onde ficava circulando sua língua firme e vagarosamente. Estava me derretendo toda de tesão.

“Caralho, cunhadinha, você está molhadinha!” – falou olhando para mim.

“Você não imagina quantas vezes coloquei meus dedinhos aí pensando em você dentro de mim.”

Ele me olhou, deu um beijo no meu clitóris e voltou a me chupar. Estava ansiosíssima. Curtia aquela chupada maravilhosa, mas não conseguia deixar de pensar nele dentro de mim. Até o momento em que o interrompi segurando firme pelos cabelos.

“Que foi!” – ele me olhou com uma expressão de incompreensão.

“Sobe. Vem! Estou louca pra ter você inteirinho dentro de mim.”

Ele deu mais uma chupada e subiu beijando meu corpo. O Sérgio permanecia lá apagado. Beijou até a barriga e foi tirando meu vestido para ver os seios. Ajudei-o. Quando desvelou meu busto, caiu de boca em meus mamilos, circulando-os com a língua. Já sentia a cabeça do pau dele vacilar entre minhas nádegas e meus grandes lábios.

“Hum, Vi, seu gostoso! Me come vai.”

Minha última fala o atiçou mais ainda. Parou de chupar meus seios e subindo um pouco mais, beijou minha boca intensamente. Abracei-o firmando minhas mãos nas suas costas e ensaiando uns arranhões. Ele movimentou o braço e ajeitou seu pênis entre os grandes lábios da minha vagina. Começou a me penetrar. Após entrar com a cabeça, o restante do pênis foi me invadindo rapidamente. Estava muito excitada e o sentia penetrar em mim sem dificuldade. Em questão de segundos já me sentia totalmente invadida por ele, com a cabeça do seu pau tocando bem fundo na minha bucetinha. Arranhei-o de verdade com uma mão e desci a outra apertando sua nádega direita e puxando pra dentro de mim.

“Puta que pariu, A., que delícia!” – e dizendo isso o V. começou um movimento intenso dentro de mim. Alternava entre me penetrar forte e lentamente e, quando se afastava um pouco do meu busto, investia mais rapidamente, me fazendo gemer feito uma louca. Enquanto o S. nada, dormia profundamente embalado pelas tequilas que havia tomado.

Ficamos assim um bom tempo, até o momento em que ele sugeriu mudarmos a posição. Eu queria que ele continuasse assim até o final. Estava muito gostoso, mas me passou uma ideia de vingança sórdida na cabeça. Então assenti que sim. Demos uma parada. Ele tirou o pau de dentro de mim. Estava todo úmido. Não havíamos usado camisinha. Nem pensei nisso devido ao tesão que estava sentindo.

“Vamos fazer o seguinte. Me dá um minutinho.” – levantei e fui em direção ao S. Tirei os sapatos, abri as calças dele e as baixei, deixando-as perto do pé. V. descansava e observava a minha bunda acenando para ele, dada a posição em que estava para tirar as calças do S.

“O que você vai fazer, M.?”

“Espera um pouquinho” – disse e subi por cima do S.

Tirei o pau do meu namorado para fora e ensaiei uma punheta. Estava mole e o S. nem reagiu. Deitei sobre o corpo dele e sussurrei no seu ouvido:

“Acorda, amor, tô muito afim... vamos transar...”

Nada. Continuou apagado sem se mexer um milímetro. Deitada sobre o corpo do S., olhei para seu irmão e convidei:

“Vem, V., me come aqui nessa posição. Você e o Sérgio já fizeram isso com outras, só que hoje acho que ele não vai participar...” – falei e isso e dei um sorriso maldoso.

“Caraca, cunhadinha, isso me dá muito tesão, mas é muita sacanagem também.”

“Sacanagem é o que ele fez comigo. Quantas vezes não quis ceder a suas brincadeirinhas, mas sempre pensei nele. O safado não, ligou pra mim enquanto fodia outra. Vem, eu sei que você quer, você adora uma putaria, né?”

Era verdade. Contavam altas histórias de putaria envolvendo o V. Ele não ia aliviar nem para o irmão dele. Levantou da cama e veio ao nosso encontro. Colocou-se atrás de mim, ajoelhado na cama. Quando ele se posicionou, arrebitei o quadril, deixando à vista minha buceta e meu cuzinho. O safado passou a pica no meio das minhas nádegas, desceu até os grandes lábios, subiu novamente e deu uma forçadinha na entrada do meu cuzinho.

“Hoje, não. Em outro momento te garanto que deixo você comer ele.” – senti muito tesão quando ele fez isso, mas naquele dia não estava preparada para dar meu cuzinho pra ele. Nem achava que ia trepar.

“Só o dedinho pra brincar, então.”

Olhei para trás e assenti com a cabeça. A esse gesto, o V. recolocou o pau devagarinho em minha buceta. Estava muito excitada e achei mais gostoso nesta posição, porque conseguia sentir mais a pressão do pau dele dentro de mim. Começou a se mover vagarosamente, ao que eu respondi rebolando com o pau dele dentro de mim.

Senti um dedinho na entrada do meu cu. Ele o forçava para dentro, mas não com muito sucesso. Parei um pouco de rebolar e relaxei para deixar seu dedo penetrar mais meu cuzinho. Quando entrou a metade, voltei a rebolar. Mordia os lábios enquanto olhava para o Sérgio dormindo, sem sequer se mexer.

Vinicius começou a mandar mais e segurar com uma mão minha cintura, apertando-a, enquanto forçava o dedo no meu cuzinho. Estava muito excitada e respondia rebolando loucamente. Comecei a gemer e pedir que ele fosse cada vez mais forte.

“Me come, seu safado! Vai, bota tudinho dentro.”

“Ah, cunhadinha vadia, toma, sente minha pica arrebentar você.”

Os movimentos ficaram mais intenso. Fomos nos empolgando cada vez mais. Ouvia o barulho das coxas dele batendo nas minhas nádegas cada vez mais forte. O S. deu a primeira reação. Mexeu um pouco, meio que incomodado. Paralisamos, ele e eu. Olhei para trás e sussurrei:

“A gente vai ter que terminar.”

Ele fez uma cara de decepção, mas entendeu. Começou a socar forte e lento. E eu comecei a bombar o pau dele dentro de mim. Ele apertou bem forte minha cintura com as duas mãos, quase me machucando. Eu joguei a cabeça para trás e senti uma pressão maior dentro de mim. Ele estava gozando bem no fundo da minha bucetinha. Já sentia minhas pernas bambearem e acabei fazendo mais peso sobre o corpo do S.

Meu namorado se movimentou um pouco, incomodado e chegou a balbuciar alguma coisa. Por receio, sussurrei:

“V., sai e me espera lá na sala. Eu já vou.”

Ele tirou o pau de dentro de mim. Levantou-se e saiu do quarto. Senti que a porra ia começar a escapar da minha xana e levantei também. Quando saí, o S. virou-se e mudou de posição bruscamente, ficando de bruços.

Comecei a sentir o esperma do Vinicius escorrendo pela minha vagina e depois pelas coxas. Coloquei a calcinha para segurar e peguei meu vestido. Saí do quarto fechando a porta bem devagar. Fui até o banheiro, me limpei rapidamente e peguei um rodo. Deixei-o encostado na porta do quarto, por fora. Se o S. acordasse e abrisse, o barulho do rodo avisaria a gente.

Fui para a sala e encontrei o V. sentado no sofá. Ele sorriu. Eu me aproximei e fui sentando no sofá ao lado dele. Fomos nos abraçando, coloquei a perna direita sobre ele. Ele correu a mão pelo meu abdômen e a desceu novamente até a vagina. Ficou acariciando ela e me olhando:

“Vamos de novo, agora com mais liberdade.” – disse e nos beijamos.

Ficamos um tempão ali trocando carícias e beijos antes de fodermos de novo. Conversamos algumas coisas. Falamos do desejo que um tinha pelo outro há muito tempo. Expliquei que o que sentia por ele era só tesão. Ele, da sua parte, também falou que não estava afim de se envolver a sério com ninguém. Meio que fizemos um acordo de sermos “amigos” a partir daquele dia. Sei que fui embora umas duas horas depois e o S. nem se manifestou. Seu irmão me disse que ele só deu sinal de vida no começo da manhã, tão mal estava.

Daquele momento em diante continuei namorando o S., nós nos casamos e, paralelamente, tinha meus encontros com seu irmão. Vinicius, como já tinha dito, adorava uma putaria e, aos poucos, foi me propondo outras fantasias e aventuras junto com ele. Até hoje o S. não sabe. Ele é muito amigo do seu irmão e confia plenamente nele. Também sei que o S. não é flor que se cheira, vive dando umas escapadas, mas me finjo de boba. Tivemos muitos momentos bem intensos, o V. e eu. Rolou sacanagem até no dia em que ia me casar com o S. numa chácara. Mas isso é outra história...

III – M., o namorado da minha irmã

O M., conheci-o recentemente. Faz menos de um ano que minha irmã o namora. Minha irmã tem atualmente uns 18, o M. acho que 19. Ela é bem ingênua e conservadora na cama. Já comentou comigo que ele vive pedindo para gozar durante o sexo oral, que vive insistindo no sexo anal, mas que ela não se sente à vontade ainda. Já o M. é como qualquer homem nesta idade, doido para experimentar coisas novas na cama. Não tem um físico espetacular, é magro, mas tem o corpo levemente definido. Gostosinho, novinho. Dá vontade de pegar para criar.

Há um tempo resolvi passar na casa dos meus pais numa sexta à noite, depois do trabalho, para pegar umas coisas. Nossos pais tinham ido para a praia, como de costume aos fins de semana e percebi que a luz do quarto deles estava acesa. Como não esperava que ninguém estivesse em casa, pois minha irmã sempre saía às sextas, fiquei um pouco ressabiada. Andei cautelosamente pelo corredor e comecei a ouvir estampidos regulares e alguns gemidos misturados ao ranger da cama. Na hora dei um sorriso maldoso e fiquei super curiosa. Meus pais não eram. Tinha certeza. Me veio logo minha mana na cabeça. Ela tinha começado a namorar o M. há uns dois meses e estava perdidamente apaixonada, pelo que ela falava. Chegou a me contar, uns quinze dias antes que tinha transado a primeira vez na vida. Estava convicta de que era ela no quarto.

Fui devagar. A porta estava entreaberta. Me aproximei e espiei lá dentro. Mordi os lábios quando vi a cena. Os dois estavam de costas para a porta. L., minha irmã, estava de 4, apoiada nos cotovelos e com a bunda arrebitada. M. estava por trás dela, arqueado em cima da cama, mas de pé. Suas mãos seguravam firme a cintura dela e puxavam o quadril dela de encontro ao pau dele. Ele socava com tanta força que a cama rangia e se ouvia o barulho do saco dele batendo nas nádegas dela.

Pensei na mesma hora que em somente 15 dias minha mana já tinha aprendido muito. Topa aquela posição e tomar na buceta daquele jeito tinha que estar muito apaixonada mesmo. M. me pareceu safo, experiente pra idade dele. E bem dotadinho. O pau entrava e saía com velocidade, sem camisinha. Num determinado momento, percebi ele tentando colocar o dedo no cuzinho dela. L. reclamou, sussurrou alguma coisa do tipo “ainda não” e mandou ele continuar.

“Vamos mudar a posição L.?” – pediu meu cunhadinho.

“Tá. Como?”

“Na cadeira, quero sentir você me cavalgar, você não disse que gostou disso?”

Ela acenou a cabeça.

Os dois pararam e neste momento recuei uns passos.

Quando eles voltaram a gemer, fiquei morrendo de vontade de olhar novamente, mas não o fiz, porque com certeza ele me veria. A cadeira ficava de frente para a porta do quarto. Então só continuei ouvindo os gemidos. Aquilo me deu um tesão danado. Enfiei a mão dentro da calcinha e comecei a me tocar. Quanto mais eles gemiam, mais eu mordia os lábios e morria de tesão. Fiquei morrendo de vontade de olhar novamente. Tinha um tesão danado pela ideia de pegar o namorado da minha irmã, só de curtição. À época já tinha começado a sair com o irmão do meu futuro marido.

Quando eles começaram a gemer mais alto e comecei a ouvir o barulho das coxas se encontrando, enlouqueci. Resolvi espiar. Comecei a olhar pela fresta e no princípio ele não percebeu. Estava com a boca mergulhada nos seios da minha irmã e beijava e chupava todo o busto dela enquanto L. pulava no pau dele.

Ali duvidei que ela fosse virgem mesmo antes dele. A safadinha pulava no pau do cara que nem profissa. Na subida quase deixava o pau escapar, pra depois descer com vontade e deixar entrar tudinho na bucetinha dela. Quando descia, às vezes, começava a cavalgar ou rebolar, o que fazia M. jogar a cabeça para trás de tesão e morder os lábios.

Após alguns minutos espiando, ele abriu os olhos e vi que me percebeu. Arregalou-os na minha direção e deu uma parada, segurando o quadril da L.

“Que foi?” – ela reclamou.

Na mesma hora, eu levei o dedo à frente da boca e fiz um sinal de silêncio. Em seguida, fiz outro sinal com a mão para que ele continuasse.

O safado captou a mensagem e retomou a foda, desculpando-se com minha irmã.

A partir de então, ele aproximou-a mais do corpo dele e começou a fodê-la a puxar o quadril dela com mais força, apertando as nádegas e olhando pra mim. Em resposta, eu mordi meu dedo sinalizando a ele que estava com tesão.

M. sorriu e pediu para mudar novamente a posição, ao que minha irmã reclamou que estava bom daquele jeito.

“Prometo que é a última vez e você não vai se arrepender.”

“Como você quer, M.?

Ela se levantou. Eu me afastei da porta e, após eles trocarem umas palavras voltei a espiar. Minha irmã estava de inclinada apoiando as mãos no encosto da cadeira e com a bunda arrebitada para o namorado. Ele voltou a colocar o pau na buceta dela e estava bombando com força. Pelo espelho que tinha na parede, ele conseguia me ver e eu a ele. A L. estava com a cabeça pra baixo e não tinha como ver o espelho naquela altura.

Então M. começou a foder com força e a dar tapas na bunda da minha irmã. Enquanto fazia isso ele me olhava pelo espelho e por vezes mordia os lábios, em outra sorria e mostrava a língua fazendo umas expressões bem safadas.

Eu deixei ele perceber que estava me tocando. Tirei meus dedos de dentro da calça e comecei a chupá-los. Ele então sinalizou para mim que eu seria a próxima, ao que respondi com uma piscadela e uma mordida de lábios.

Sei que nesse ínterim minha mana começou a gemer feito uma louca, e ele também. M. indicava que ia gozar e ela provocava “goza bem dentro de mim, amor”.

Após alguns minutos, ele começou a gemer mais alto, segurar com bastante força a cintura dela, então percebi que estava gozando. Quando tirou, minha irmã deu uns passos e despencou na cama. Me afastei para que ela não me visse e fui para a sala.

Cerca de meia hora depois, M. apareceu lá.

“Ela dormiu, disse que estava cansada” – e riu maliciosamente. Estava pelado, com o pau meio mole.

“Até que você manda bem pra sua idade, hein?” – dei um sorriso e mirei o pau dele.

“Se quiser testar, estou à disposição.”

“Percebi que você tava doidinho para comer o cuzinho da L. né?”

“Realmente. Tô fissurado nela, toda virgenzinha, dá muito tesão.” – Falou isso passando a mão pelo pênis.

“Hum, não sou virgenzinha, pelo contrário.” – dei um sorriso largo. – “Mas posso realizar seu desejo, tenho experiência nisso.”

“Ah, é linda, assim fico maluco.”

Fiz um sinal pra ele se aproximar e comecei a acariciar o pau dele que respondeu quase que imediatamente, voltando a ficar rijo.

“Se recuperou rápido, né?” – brinquei.

“Só a possibilidade de comer a irmã da minha namorada já me deixa em pé novamente.” – rimos juntos.

Segurei o pau dele com mais firmeza e dei uma lambida na cabeça, circulando minha língua. Senti o gosto do esperma.

“Vai limpá-lo antes de eu comer seu cuzinho?”

Não respondi. Abocanhei o máximo que pude e comecei a chupá-lo intensamente. Tirei da boca, olhei para ele e disse: “Primeiro vai ter que foder minha boca, depois a gente conversa”.

Ele me comeu com os olhos, pegou-me pelos cabelos e começou a empurrar minha cabeça ao encontro do pau dele. Chupei-o até a metade, era bem dotadinho e até engasguei no começo. Então fiz um sinal para ele esperar. Deitei com a cabeça no descanso de braço do sofá e sinalizei pra ele vir.

M. veio por trás, na beira do sofá, deixou minha cabeça recair sobre o descanso do sofá e, com ela pendida, introduziu novamente o pau na minha boca. A posição facilitou a entrada do seu pênis e comecei a senti-lo na entrada da minha garganta. Ele começou a investir como se tivesse realmente me fodendo. Até estava gostoso, mas comecei novamente a engasgar e sinalizei para ele parar batendo em sua coxa. Naquela posição não via seu rosto, é como se minha cabeça estivesse entre suas pernas. Me deu um certo desespero porque ele continuou por mais um tempo, mas em seguida tirou. Levantei rapidamente e comecei a puxar ar.

“Caraca, nesta posição o pau entra fundo, hein? Que delícia!” – M. exclamou explodindo de tesão.

“É, mas seu pau é muito grande, não dá pra aguentar por muito tempo.” – falei ofegante. – “Vem, quero te ver fodendo meu cuzinho.”

Ao dizer isso, me apoiei no encosto do sofá com o joelho no assento e arrebitei minha bunda para ele. M. veio, passou a mão pela minha nádega direita, desceu pela coxa. Depois subiu sua mão passando-a pela minha buceta, enfiou um dedo que escorregou com muita facilidade, estava muito lubrificada. Subiu e começou a força-lo na entrada do meu cuzinho.

“Peraí, vou buscar uma camisinha, gata.”

“Nem pensar, lindo, vai sem mesmo. Quero senti-lo pele na pele, safado!”

Então ele sorriu bem maliciosamente. Passou a mão pelo seu pau que já estava bem duro e começou a esfregar a cabeça no meu cuzinho, subindo-o e descendo entre minhas nádegas. Então aproximou seu rosto e me deu uma chupada no cuzinho que me surpreendeu. Não achei que, sendo ele tão jovem faria aquilo. Geralmente os mais novinhos são mais frescos para essas coisas.

Senti sua língua forçando a entrada do meu cuzinho e suas mãos apertando minhas nádegas. Fui ao delírio. Estava uma delícia. Percebi que ele me encheu de saliva e voltou a levantar. Apoiou a perna direita no assento do sofá e, segurando minha nádega esquerda, deu a primeira investida.

Senti uma dor lancinante. Estava morrendo de tesão, mas sexo anal sempre é bem dolorido. Não segurei um gemido, o que o deixou mais atiçado. Quando a cabeça entrou uma segunda vez, senti que ele começou a forçar mais. Para provoca-lo, comecei a rebolar. Então senti que ele enterrou mais um pouco do seu pau. Devia já estar na metade e era como se tivesse entrado inteirinho em mim. O menino era bem dotado mesmo. Olhei para trás e, mesmo sentindo muita dor, provoquei:

“Vamos, cunhadinho, não queria comer cuzinho, manda ver agora! Ou acha que também sou virgenzinha?”

Quase me arrependi de dizer isso. Ele enterrou de uma vez. Senti o saco dele batendo contra minhas nádegas.

“É assim que você quer, vadia?”

Então ele começou a se mover alucinadamente e, para não fazer barulho batendo nas minhas nádegas, enchia a mão na minha coxa e na minha bunda a ponto de arder. Eu, para não gritar, mordi o encosto do sofá com vontade e fechei os olhos.

Ele ficou neste movimento frenético e acho que estava com tanta vontade de comer um cuzinho que não demorou muito já comecei a senti-lo pulsar dentro de mim. Olhei para trás e, como estava com medo de que minha irmã acordasse e surpreendesse a gente, não pedi para ele segurar:

“Vai, goza pra mim , bem lá dentro. Quero sentir sua porra escorrer do meu cu, safado.”

“Você que pediu, vadia, toma porra então!”

E dizendo isso começou a investir alucinadamente. Eu me virei imediatamente e voltei a morder o encosto do sofá enquanto enterrava minhas unhas no assento. Foi mais um tempo e senti uma pressão dentro de mim e o pau dele pulsando loucamente. Quando parou de pulsar muito forte, ele tirou e foi como se abrisse um rombo no meu cuzinho. Assim que ele saiu, me virei e caí no sofá com as pernas abertas. Coloquei o dedo no meu cuzinho por curiosidade e senti-o ainda aberto. Em seguida senti entre meus dedos um líquido quente descendo. Era o esperma dele. Puxei a cueca dele, que estava jogada no sofá e coloquei na entrada do meu cuzinho para conter o líquido.

Ele se jogou no outro sofá e ficou ali me olhando.

“Que delícia, hein! Quero comer você e sua irmã por toda a vida.” – disse isso dando um sorriso safado.

Olhei para ele e jogando a cueca na direção dele completei:

“É só o começo!”

Comentários

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19/08/2016 16:46:40
Delicia de conto putinha safada ! Te quero deixa ? Sou do Rj
19/08/2016 09:44:10
Que coisa maravilhosa de ler !

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