Reino dos Homens- Capítulo 9: Monstros.

Um conto erótico de Galbeh
Categoria: Homossexual
Data: 05/07/2018 08:51:27
Nota 10.00

Existe um lugar bem longe da área nobre dos homens do reino, uma prisão onde habitam bandidos, assassinos e criminosos. Quando Xamã Misu me disse que meu treinamento seria ali, lembrei das histórias aterrorizantes que nos contavam sobre aquele lugar. Misu disse que eu precisava conhecer o pior dos homens para que eu fortalecesse meu poder para depois servir meu rei e o exército. Pensei que teria medo, mas mesmo depois de abandonar o calor dos guardas fortes que me levaram até aquele prédio de pedras cinzas, o medo não veio, tendo consciência minimamente do meu poder, eu conseguia sentir tesão, um tesão que já me fazia sentir as almas perversas dos homens presos ali dentro.

Cox foi o guarda que me recepcionou, tinha profundos olhos negros, maldosos, a pele branca pálida, cabelos raspados, cara de poucos amigos. Me olhava com interesse, com desprezo como se achasse que eu não daria conta do que estava ali para fazer. Me levou até a cela do meu primeiro treino.

Eram os gêmeos Gaber e Gober, homens idênticos, condenados pelo assassinatos cruéis de homens de bem. Ambos enormes, muito branco e o corpo cheio de músculos, tatuagens e cicatrizes. Carecas e de olhos azuis muito intensos.

Eles me olhavam com fome de quem há muito tempo não tinha contato íntimo. Eles sabiam o que eu iria fazer ali e estavam esperando por mim, eu sabia disso porque o volume de suas tangas denunciavam suas ansiedades. O guarda maldoso, Cox, um homem branco, cabelos negros e bem curtos, uma cicatiz grande no lado direito do rosto. Sentou em frente a porta, ele era pesado e forte mas nem em sonho apresentaria tamanha grandiosidade, ele era um homem pequeno perto da montanha de músculos brancos.

Eu entrei na cela, me sentindo minúsculo perto dos dois monstros, quanto mais eu chegava perto mais intenso ficava a minha percepção sobre o veneno que corria nas veias daqueles homens. Gaber e Gober me olhavam com desprezo, pouco convencidos que um garoto do meu tamanho daria conta dos dois. Eu gostei disso, porque adorava um desafio, queria que eles me desprezassem para quando enfiassem suas serpentes em mim o mundo deles ficasse de ponta cabeça.

Quase perto deles, eu me ajoelhei, como quem se humilha, olhando lá de baixo para seus corpos enormes, as picas pulsando em baixo das tangas, denunciando um desejo eminente. Eu olhei de maneira lasciva, dominando eles com meus olhos de puta.

Quando cheguei perto de verdade foi quando vi a real dimensão daqueles machos. Eram maiores que papai ou qualquer homem que eu já havia me deitado. Lá de cima eles me olhava com desprezo, selvagens e malvados. Coloquei as mãos nos seus pacotes, apertando suas caralhas duras. Segurei com firmeza, encarando os dois.

- Estamos famintos, garoto- disse Gober, sua voz rouca e baixa me arrepiou.

-Você sabe o que são homens famintos?- perguntou Gaber.

-Eu sei o que são homens famintos, já tive alguns em meu poder.

-Seja lá quem foram esses homens, aposto que eles não tinham a nossa fome- disse Gaber.

Eu apertei seus paus com força, trazendo os dois para mim, olhando em seus olhos e os enfeitiçando.

Arranquei os tecidos de suas tangas que caíram aos seus pés. As duas cacetas imensas pulsando no meu rosto, minha fome gritava mais que a deles.

- Não me subestimem, ou melhor, me subestimem pois no final eu terei os dois em meu poder.

Os dois gargalharam malvados e eu os calei, assim que enfiei Gaber na minha boca quente e úmida, os calei porque o gigante urrou selvagem. Ele se calou, olhando minha boca engolir seu pau com facilidade, deixando a saliva escorrer pelas veias de seu caralho. Senti sua mão pesada puxando meus cabelos guiando a velocidade que mais lhe agradava, eu sugava seu falo com afinco, olhando nos olhos do outro irmão, fodendo a rola de um e a mente do outro.

Eu vagava pela mente deles, encontrando as cenas de morte que eles causavam por capricho de suas mentes doentias. Invadindo suas perversões cheias de necessidade por violência e dominação. E quando Gaber já metia na minha boca eu o abandonei, sobre protestos. Enfiei Gober na mesma boca que seu irmão estava. O segundo gigante urrou, puxando meus cabelos, as duas mãos agarravam meus cabelos com força a ponto de me machucar. Eu sugava e olhava para os dois, deixando meu poder agir, minha mente escolhendo o pior deles, a sede por sangue humano, a vingança e ódio, a vontade de serem donos do mundo e possuírem o reino para demonstrar suas crueldades.

Intercalava suas rolas, cuspindo muito, deixando a saliva escorrer pelos sacos pesados que abrigavam bolas imensas. Olhava para os dois fazendo uma carinha manhosa, deixando eles acharem que eu não passava de um garotinho obediente. E quando os dois pensaram que já haviam me dominado, juntei suas picas fazendo delas uma só. Engoli suas picas venenosas, mostrando meu cio. Senti seus músculos mais tensos, as rolas ainda mais duras, pulsando perigosamente unidas na minha boca. Sentia o líquido que babava direto de suas fendas, naquelas cabeças vermelhas e brilhantes. A essência dos meus monstros se misturava com a minha saliva. Arranquei os dois da boca, segurando uma em cada mão, comecei a bater punheta com vontade.

-Seus desejos demoníacos são meus agora. Sei da vontade dos seus corpos, conheço as suas perversões e desejos por morte. Só dentro de mim poderão encontrar tal poder, porque serei de vocês integralmente, porque eu não tenho o mínimo medo que homens comuns tem de vocês. Nasci para suportar o veneno das almas mais pecaminosas e transformá-las no veneno que irá me penetrar e fazer realizar suas fantasias, por mais doentes que elas sejam. Se mostrem pra mim e os farei tão poderosos que essas paredes de pedra não serão páreo para força de vocês. Me comam com a força de suas mãos violentas. Me destruam para eu renascer quando tomar seus leites com essa boca. Essa boca venenosa e suculenta que será para sempre o lugar ideal para guardar suas serpentes.

Me levantei ainda agarrando seus cacetes duros, minha língua escorrendo pelos seus corpos enormes, os músculos tensos, as veias pulsando, cicatrizes e tatuagens, segurando ambos, eu os encarei. As feras me olhavam com fome mortal, como dois cachorros famintos, animais de rua com sede de sangue.

- Não quero o romance, nem o amor. Quero aquilo que homens de bem desprezam, me fodam com ódio, com a vingança, com suas fúrias. Quero o veneno, quero as suas perversões e quando acharem que eu não vou aguentar, continuem, eu quero mais.

Gaber me agarrou pelos cabelos, enfiando um tapa tão forte na minha cara que por um segundo eu me arrependi de ter incitado o mal naquele demônio. Gober agarrou minha bunda me trazendo para eles. Senti a mordida forte no meu ombro e mais um tapa na cara, abri a boca já esquecendo de um arrependimento que nunca existiu de fato e esperei. Os dois cuspiram juntos, eu segurava as suas picas selvagens que pulsavam no calor das minhas mãos. Os dois me abraçaram, para olhar minha bunda. Minha bunda redonda, branca, carnuda, empinada e lisinha. Cada um em ima Nádega, os tapas vieram, fortes, bem fortes, supremos, me marcando com o peso de suas mão gigantes que já haviam matado. Eu batia punheta para eles enquanto suas necessidades de me fazer dor gritavam no som dos tapas ardidos que esquentavam a minha bunda e me marcavam, me deixando vermelho. Eu gemia como uma cadelinha, lambendo seus corpos, pedindo saliva direto de suas bocas. Degustando saliva e apanhando. Nem eu sabia que aquilo me faria sentir um prazer que esquentava meu corpo, fazendo meu cu piscar e meu pau subir. Senti um arrepio arrasador quando, unidos, meus monstros morderam meu pescoço lado a lado, juntos, usando a força de suas necessidades assassinas. Senti a dor e o fogo me queimando segurando seus cacetes como se fossem coleiras de cachorros que eu não tinha nem um controle. Beijei Gober e depois Gaber. Fui ao chão e e os enfiei na boca com ainda mais vontade e não os deixei foder a minha boca pois não havia necessidade já que eu os fodia rapidamente, percebi que ambos se encaravam me disputando, eu os provocava incitando a violência eminente. Buscava suas caralhas que latejavam na minha língua, babando e me deixand afoito. Cuspia e mostrava a língua e os dois se encarando. Me pegaram pelos cabelos e me jogaram no chão, onde pisaram na minha cara com força, eu me humilhava enfiando seus pés sujos na boca, lambendo e chupando seus dedos que vinham com cada vez mais força direto na minha cara. Ai vieram os chutes, e quando eu me afastava, eles me puxavam pelos cabelos me trazendo pra perto, fiquei de quatro, mostrando a cor do meu cio, meu cu rosa piscando, um afronte para a violência deles.

Os dois me pegaram juntos, me comendo com olhos de feras, respirando junto a mim, eu coloquei a mão em seus peitorais, e os invadi com a minha sensualidade. Os dois estavam hipnotizados. Se juntaram, Gober segurou as duas picas enquanto Gaber cuspia vulgarmente na palma da sua mão e passava com agressividade no meio da minha bunda. Eu Já mordia os lábios, antes de ser penetrado já conseguia canalizar o tesão arrebatador dos meus monstros. E olhando dentro dos meus olhos, me segurando com seus corpos enormes, meus monstros entraram, eu gritei cravando as unhas em seus corpos. As duas caralhas pulsavam dentro do meu corpo, possuindo e se alimentando das minhas entranhas. Eu tremia, absorvendo seus pecados, meu cu piscava trazendo os dois pra mim, seguraca sua potência usando meu cu. Gober que estava por trás, segurou meus cabelos, fazendo minha cabeça pender para trás e Gober batia na minha cara com a mesma violência que ele entrava em mim. Mordidas no pescoço, os tapas, o corpo deles batendo no meu, minhas pernas balançando no ritml das estocadas frenéticas deles. Olhei para porta da cela e o Guarda se masturbava silenciosamente, me olhando ser esmagado pelos meus monstros possuidos pela minha luxúria pecaminosa. Eu mandava eles meterem com os olhos, pedia por mais, eu queria mais, queria ser rasgado pelos meus assassinos. Enfiei a mão na boca de Gober sentindo o calor de sua boca venenosa. Os dois se juntando mais e mais, me amassando. Enfiei a outra mão na boca de Gaber e coloquei os dojs na mesma sintonia. Agora eles metima juntos, no mesmo ritmo, acelrando cada vez mais e no auge de suas estocadas comecei a rebolar no meio deles. Seus músculos saltavam de tão exuberantes, as veias pulsando, latejando, irrigando sangue para dar mais força para eles. Minhas mãos dentro de suas bocas. Eu os encarava, ali no meio eu descobria o meu lugar. Meu rebolado alterava a respiração deles, deixava-os enloquecidos, o suor de seus corpos me banhavam, eles mordiam as minhas mãos e enfiavam suas espadas tão fundo quanto as adagas que enfiavam nas gargantas de homens bem mais fortes do que eu.

Eu trepado no meio dos dois, eles crescendo a cada segundo que entravam em mim. Senti a violência aumentar, eles batiam na minha cara enquanto eu batia nos seus peitorais esmurrando inutilmente aquelas fortalezas musculosas.

- Para que me possuam eu me abro eternamente para vocês, para suas sombras assassinas e seus desejos de vingança. Sinto a dor dos homens assassinados por suas fúrias incalculáveis e pouco humanas e quanto mais vocês latejam dentro de mim mais intenso se torna meu poder. Me comam, agora, assim, me comam com toda a fome que possuem, me rasguem e me matem. Homens imundos merecem mais do que imaginam. Homens imundos possuem mais força do que outros homens esperam. Homens imundos latejam dentro do meu ser e me guiam para as sombras que eu transformarei em poder dentro do meu cu. Assinem o pacto com o demônio usando as paredes quentes do meu cu. Juntos, assim.

Quanto mais eu falava, mais intenso se tornava aquilo, mais forte eles me comiam. Os tapas viraram murros e os murros viraram beijos e os beijos cuspidas e quanto mais eles cuspiam mais eu devolvia em tapas e cuspes o que me davam. Massageva seus caralhos que cresciam dentro do mej ser, minhas entranhas reviravam esquentando seus corpos com meu cio selvagem. Eu apertava os dois, agarrava e os prendia, um corte na minha sobrancelha fez uma chuva de sangue escorrer o que não me fez parar e muito menos eles. Agora que eu havia selado o pacto derramando meu sangue, eles se tornaram enfurecidos. Fodiam como bárbaros, entrando e saindo, sugando meu poder com seus beijos enlouqecedores, batiam na mjnha bunda e mordiam com força onde alcançavam. Meu cu se abria como um flor na primavera, enchendo-se de cacete e suas essências, o cheiro do nosso sexo invadia minha mente e os possuia com cenas de sexo incestuoso que eu fazia questão de passar pelas suas veias. Segurei abos pelos pescoços grossos. E agora eu mandava neles. Eu ordenei força bruta, sexo selvagem, invadi seus desejos para que eles me alimentassem. Os dois enormes, os olhos azuis faiscando, as veias pulsando, eles chegavam a gritar, eu os dominava como jamais haviam sido dominados e isso fazia com que me idolatrassem. Me beijavam agora, apaixonados, me lambendo, usando suas línguas, suas salivas, me deixando tarado, eu segurava eles pelos pescoços e mandei que eles parassem. Rebolava agora sozinho, ao dois de espectadores enquanto usava seus caralhos para meu prazer.

Eu os forçava a assistir meu poder, dominando seus corpos com meu rebolado, dançando sensualmente e trazendo os dois para mim, olhei lá de cima dos meus monstros diretamente para o guarda. Ele estava vidrado, seu pau duro na mão, olhando para aquela cena. Eu rebolando, guiando os dois assassinos, as línguas deles passando pela minha pele, os dois apaixonados, completamente suados, beijei Gober olhando ainda para o guarda, seduzindo mais um macho. Ele me devorava com os olhos enquanto Gaber chupava meu pescoço com carinho e Gober devorava a minha boca.

Os dois monstros se encararam, enquanto eu ainda fazia suas picas rebolarem dentro de mim. Eles se olhavam, eu senti um calor a mais, uma necessidade narcisista dos dois, eles eram idênticos e sabiam de sua beleza. Incitei o que eles queriam fazer e quando percebi os dois se beijaram. As bocas se engolindo e sem avisos eles voltaram a me comer, metendo enquanto eles se devoravam com as bocas cheias de desejos incestuosos e então me encheram de porra, lá dentro do meu cu uma explosão de gozo me dominavam. Os dois me buscaram, apaixonados, famintos, desesperados, me beijando e se beijando. Seus corpos queimavam, estavam enormes, ainda maiores, as veias pulsando. Sai de cima deles e enquanto a porra vazava do meu cu, os dois se sentaram no chão, suados, me olhando hipnotizados enquanto k Guarda abria a porta da cela, me devorando com os olhos. Eu estava pronto para mais uma parte do meu treinamento. Meu cu já lubrificado com a porra dos meus monstros.

Continua...

Comentários

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07/07/2018 01:17:50
PQP, meu pau chega ta doendo da gozada que eu dei lendo esse conto.
05/07/2018 11:23:36
como sempre otimo!!!!!
05/07/2018 09:50:21
AGORA A VEZ DO GUARDA.

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