Bullying - Do sofrimento a vingança XI

Um conto erótico de Leonardo
Categoria: Homossexual
Data: 09/02/2019 00:32:48
Última revisão: 10/02/2019 18:31:51
Nota 10.00

O beijo sem graça do Ricardo mexeu comigo. Por que foi tão sem sal? Porque eu estava acordado, porque ele estava na empresa. Me lembrava da noite que ele dormiu na minha casa. Por que eu não aproveitei aquele momento?

- Justin, tudo bem? – Eu disse ao telefone.

- Oi chefinho em que posso ser útil? –Justin me respondeu.

- Estou precisando. – Eu disse rindo.

- Mais tarde eu apareço ai. – Ele respondeu.

Naquela noite Justin bateu a campainha o porteiro o deixou entrar direto. Ele novamente estava vestido como uma mulher. Ao ver aquilo fiquei desanimado ele percebeu.

- Chefinho me deixa fazer a faxina depois eu cuido de você. – Ele respondeu.

Assim como eu queria me satisfazer ele também queria. Eu o deixei livre com a sua fantasia. A casa estava limpa, no inicio da semana a faxineira de verdade já tinha passado por aqui.

- I have finished chefinho, estou morto de tesão vamos para o banho comigo. – Justin disse já entrando no meu banheiro depois de acabar com a faxina.

Eu lhe dei um banho e me dediquei muito na sua grande bunda com cheiro de morango. Comecei a chupa-la ainda embaixo do chuveiro. Eu mordia e batia nela como ele gosta. Justin gemia. Ele começou a me chupar.

- Que pau gostoso, pau pesado. Bate em mim com ele. – Ele pedia.

Sua cara já estava vermelha de tanta porrada que eu lhe dei com meu pau. Fechamos o chuveiro e fomos para o quarto. Eu estava doido para penetra-lo. O interfone toca. Achei estranho não estava esperando ninguém. Se o Michel quisesse me ver ele teria combinado.

- Deixa que eu atendo, afinal eu sou a sua empregadinha. – Justin disse. – Pois não? Everton?

“O que o Everton quer comigo?” Desde o que rolou na semana passada ele não me procurou. Justin olhava pra mim. E eu pensativo não esboçava nenhuma reação.

- Pode o deixar subir. – Justin respondeu ao porteiro me tirando do meu transe.

Coloquei uma bermuda e o Justin também se vestiu.

- Everton, chefinho? – Justin disse curioso. – Tá pegando o gostoso?

- É uma longa história Justin. – Eu respondi.

Abri a porta e vi o Everton caminhando em minha direção com o charme de um gato selvagem.

- Oi Leo, boa noite. Desculpa vir assim sem avisar. – Everton disse após olhar o Justin de cima a baixo.

- Sem problema. E o que te traz de volta a minha casa? – Eu perguntei.

Everton olhou para o Justin, senti que ficou inibido em dizer.

- É que fui chamado em algumas agencias graças a sua indicação. Consegui um contrato. – Everton disse me entregando algumas notas de 100 amarado em uma gominha.

- Posso servir a vocês uma bebida? – Justin como um bom empregado ofereceu. Percebi que a estranheza do Everton.

- Pode sim Justin Whisky. – Respondi para o Justin. – Sente-se Everton. – Me dirigia a ele pegando o dinheiro e deixando num canto da mesa.

Justin serviu apenas a mim e ao Everton. Ele voltou ao personagem de domestica. Ficava parado próximo a nós. Empinava sempre a sua bunda e eram nítidos os olhares do Everton.

- Ele não estava com vocês naquele evento? – Everton me perguntou se referindo ao Justin.

- Sim, ele trabalha comigo na Consult. Inclusive foi ele que fez os contatos para as agencias que te ligaram.

- Muito obrigado. – Everton falou pra o Justin.

- Foi um prazer ficar vendo aquelas fotos. – Justin respondeu rindo e agradando o ego do Everton. – Ainda pedi para me chamarem quando você fosse tirar as fotos. Mas acho que não me levaram a serio.

- É bem difícil te levar a serio né Justin. – Eu disse rindo.

- Não seja por isso, na próxima eu te aviso. – Everton disse. – Ou se você quiser posso posar pra você agora.

Eu já estava percebendo onde isso ia chegar. Justin como um empregado olhou pra mim pra saber se poderia aceitar ou não aquele convite.

- Você ainda tem a câmera? – Everton me perguntou.

- Tenho, vou pega-la. – Respondi.

- Quem vai tirar as fotos? – Everton perguntou.

- Eu mesmo. – Respondi. – Justin você pode dirigir o ensaio.

Os olhos azuis do Justin brilhavam. Ele ficava dando ordens para o Everton fazer as poses e mandando tirar as fotos direito. Eu ria com essa situação.

- Agora sem camisa. – Justin mandou Everton tirar.

- Por que você não vem e tira? – Everton disse surpreendendo a mim e ao Justin.

- Oh God !!!. – Justin disse passando a mão pelo peito do Everton.

O Everton é bonito, charmoso, sexy e gostoso. Mas o Justin estava acostumado a pegar uns caras bonitos, assim como eu.

- Vamos logo para as fotos só de cueca. – Justin disse. Ajudando o Everton a desabotoar as suas calças. O pau do Everton já estava duro. – A safado. Quais as suas intenções?

- Quer saber. Eu vou falar. – Everton disse se soltando. – Eu sei o que estava rolando antes de eu chegar.

Eu olhava para o Everton rindo, Justin fazia cara de safado.

- Eu queria a mesma coisa que você quando cheguei. – Everton disse para o Justin. – Mas agora vendo essa sua bunda e essa sua boquinha carnuda eu quero a mesma coisa que o Leo.

- Então aproveita porque eu tenho tudo de sobra para os dois. – Justin respondeu ao Everton.

Eles começaram a se beijar, minha excitação voltou. Virei o meu copo de uma vez e me juntei a eles em um beijo triplo passando a mão na bunda dos dois. Eu estava ali com dois cara gostosos que tinham um tesão enorme em serem dominados. Não iria perder aquela oportunidade. Comecei dando um forte tapa na bunda dos dois. Eles se assustaram e sorriram. Segurei ambos pela nuca e coloquei os dois de joelhos.

- Cabeça no chão. Os dois agora. – Mandei e fui obedecido. – Agora podem beijar, chupar ou lambem o meu pé... Isso, vem subindo.... devagar ate o meu pau.... mãos nas costas..

Estava muito legal aquilo via ambos de quatro no chão subindo pelas minhas pernas e disputando o meu pau apenas com a boca.

- Pegue as algemas. – Everton pediu.

- Algemas? – Justin questionou.

Quem deixou vocês abrirem a boca? – Eu disse dando um tapa na cara dos dois. Deixando a marca da minha mão no rosto deles. Acho que machuquei quase sair do personagem para buscar gelo, mas a cara de satisfação e baba saindo do pau deles me mostrou que eles gostaram. Sentei no sofá.

- Justin vem cá. – Eu disse. – Sem levantar, de quatro vem. Chupa o meu pau .

- Everton. – Eu o chamei, ele permaneceu de quatro, olhou pra mim e esperou o meu comando. – Sente o cheiro desse rabo. – Eu disse apontando para o Justin. – Tem cheiro de que?

- Morango senhor. – Everton respondeu. Esse “senhor” por conta dele, eu gostei.

- E você gosta de morango? – Eu perguntei

- Sim senhor. – Ele me respondeu.

- Então aproveite. – Eu liberei o Everton chupar aquela bunda gostosa do Justin.

Everton se deliciava no cu do Justin enquanto o Justin chupava o meu pau com vontade. Everton depois de muito chupar começou a dedar o cuzinho do Justin enquanto Justin rebolava. Eu levantei e dei um novo tapa na cara do Everton.

- Quem deixou você usar as mãos? - Eu disse.

Puxei os cabelos curtos do Everton e o coloquei para chupar o meu pau.

- Isso chupa. Justin faça com o pau do Everton o que ele fez com o seu cu. - Eu mandei e os dois me obedeciam. - Não é pra ninguém gozar ainda.

Everton gemia e estava a ponto de gozar.

- Quero saber qual cuzinho eu vou comer hoje. - Eu perguntei.

Eles se entreolharam e o Justin se dispôs.

- Não, eu quero você. - apontei para o Everton.

Sentei no sofá e chamei o Everton que veio sentando no meu colo. - Assim não. De costas.

Everton sentou no meu colo bem devagar até que meu pau entrasse todo em seu cu. Mandei Justin continuar chupando e ele fez. Everton estava novamente para gozar. Eu mandei o Justin parar.

- Você quer um pau no seu cu também? – Perguntei ao Justin

- Sim senhor. - Justin respondeu usando o "senhor" como o Everton.

- Então senta no pau dele. - Eu mandei.

Justin cavalgada no pau do Everton. Sentia o peso dos dois no meu colo. Meu pau permanecia rijo dentro do Everton senti o seu cu me mordendo quando ele gozou. Everton gemia e eu mordia a sua nuca e orelha. Everton virou o rosto e me deu um gostoso beijo de língua.

Justin saiu de cima do Everton. Como ele ainda não havia gozado assim como eu, eu o coloquei de 4 e fodi até gozamos juntos, o Everton assistia enquanto o Justin limpava o seu pau com a boca.

- Que vida é essa que você tem? - Everton me disse com admiração e uma pitada de inveja. - Que delícia isso Leo.

- É a vida me trouxe até aqui. Questão de aproveitar os momentos e as oportunidades. Tudo é questão de ter a mente aberta e de onde você quer chegar. Mas tem que estudar e trabalhar muito também.

- Eu não tenho medo de trabalho, só não tenho muita sorte. – Everton disse

- A sorte favorece quem se esforça. Você sabe que não nasci em um berço de ouro. E não fui uma criança de sorte.

- Verdade, talvez eu tenha que me esforça mais. De boa, não sei como agradecer esse empurrão que você me deu. - Everton disse.

- Você fala sobre as campanhas ou sobre os apetites sexuais que você desconhecia? - Eu perguntei rindo.

- Era sobre as campanhas. Mas acho que por isso também devo te agradecer, ou te culpar. - Everton estava sem graça. – É algo que não coragem de fazer com mais ninguém.

- Estou sempre disposto. - Justin disse rindo se oferecendo, Everton riu agradecendo.

- Sabe onde nos encontrar. – Eu disse

Everton também me agradeceu. Ele é Justin foram embora me deixando sozinho me lembrando dessa maravilhosa foda.

Havia decidido que voltaria a passar na Alexandrina apenas uma vez por semana liberando o mesmo valeria para o Justin e Michel. Já estávamos em uma fase avançada do projeto que não era tão necessária a nossa presença ali.

Fui com Michel na empresa que o Cezar trabalha. Inventamos uma consultoria de cortesia e fomos muito bem recebidos. Fizemos um mapeamento básico vimos às áreas que estavam crescendo e focamos principalmente naquela que o Cezar trabalha. Ele estava lá a 4 anos. Desde que formou. Era engenheiro, mas contratado como projetista. Significa que um engenheiro ganha 8.5 salários mínimos enquanto o projetista ganha 2.5. A ideia era criar uma promoção colocar na cara do Cezar e quando ele achar q iria alcançar tirar dele, assim como ele fez com as minhas roupas naquele banheiro da escola.

Estava tudo certo a empresa estava mesmo precisando de um engenheiro e estava em busca no mercado. Sugeri uma análise de promover um dos projetistas com mais de 2 anos de empresa e mais de dois de formação que nunca haviam sido contratados como engenheiro. A empresa poderia contrata-lo como Júnior e pagar 6 salários como a legislação permite por 2 anos.

A alta direção adorou a ideia. Pedi uma reunião com os possíveis candidatos. Quatro se encaixavam no perfil, foi anunciada a vaga e todos ficaram felizes. Cezar olhava pra mim, me reconheceu, mas não comentou nada.

Pedi uma entrevista com cada um. Michel fez com dois e eu com o Cezar e mais um, deixei o Cezar por o último.

- Oi Cezar boa tarde. Sou Leonardo da Consult.

- Leonardo. Eu me lembro de você e sei que você se lembra de mim. Podemos poupar nosso tempo também sei que não vou conseguir essa vaga. – Cezar me respondeu.

- Por que acha isso? - Eu perguntei.

- Óbvio, pelo que te fiz. - Ele respondeu

- Do que você está falando Cezar? – Me fiz de desentendido

- Leonardo quem bate esquece e quem apanha se lembra, não conhece esse ditado? Se eu me lembro imagina você. Eu sei o que aconteceu depois que eu saí com as suas roupas daquele banheiro. Eu não me perdoo por isso, imagina você? – Cezar disse. – Olha, eu tenho irmão mais novo, quero ter filhos e não desejo isso pra ninguém. Me arrepio só de pensar. Pensei muito em te procurar te pedir perdão, mas nem coragem pra isso eu tive. Então quero dizer que realmente eu sinto muito por ter participado daquilo. Não espero o seu perdão e muito menos a vaga. Mas queria te dizer que me arrependo. Até mais Leonardo.

Cezar simplesmente saiu da sala, eu não disse nenhuma palavra. Eu estava em choque. Não sabia o que pensar, nem o que fazer. Michel voltou para a sala que eu estava e eu lhe contei todo o acontecido.

- É agora Leo? – Michel perguntou.

- Eu só quero ir embora. Diga que amanhã a gente manda a análise de perfil.

- Meu plano foi por água abaixo. – Eu disse. - Eu serei fraco se não planejar outra vingança? Se eu não quiser mais me vingar do Cezar?

- Não Leo, isso não é ser fraco, é ser humano. Tanto a vingança como o perdão. Pelo o que disse o Cezar estava arrependido, foi sincero. Talvez tudo que você precisava era de um sincero pedido de desculpas.

- Não sei, acabei por não querer me vingar do Geraldo que virou um alcoólatra que vive na rua catando latinha. Com o Everton a minha vingança acabou virando um momento de prazer pra ele.

- Não só pra ele né Leo, sejamos sinceros. – Michel disse me interrompendo. – Pra gente também foi muito prazeroso. Sem contar que isso ainda esta rendendo como você me disse o que rolou no final de semana.

- Estou confuso. – Eu disse.

- Leo faça o que o seu coração mandar, simples. Você não possui nenhum compromisso de vingança com ninguém. – Michel disse.

- Não tenho, mas quero. Mas você tem razão, vou deixar o Cezar. Mande um e-mail para o gestor deles diga que achamos todos aptos para a promoção que eles decidam sozinhos. Já ajudamos a empresa em criar um ambiente de motivação e promoção sem contar que vai economizar 20% do salario de um engenheiro por dois anos. Não vamos nem voltar lá.

- Perfeito Leo. – Michel disse – E quanto ao Sergio?

- Esse não. Esse não foi apenas um dia, ou um ano. Me perseguiu por toda a minha infância, ele o Robert e o Thiago ainda vão me pagar. – Eu disse.

Retornei na sexta feira para Alexandrina. Quem foi nos receber era o Sergio. Já não gostei daquilo.

- Oi sabichão que bom te ver. – Sergio estava naquela alegria que me perturbava tanto quanto o apelido que ele me deu.

- Boa tarde Sergio. – Eu respondi fugindo mais uma vez do seu abraço.

Ao entrar na Alexandrina encontrei com o Ricardo, esse sim fiz questão de abraçar. Ele estava tímido. Aposto que passou a semana no beijo que ele me deu. “Será que se sentia arrependido? Arrependido de ter me beijado ou de não ter beijado direito?”

- Boa tarde meu querido. – Eu disse após solta-lo do longo abraço. Sergio olhava com ciúmes.

- Bom dia Leo. – Ele me respondeu.

- Então já possuímos bons resultados? Eu vi o e-mail que mandou.

- Sim foram ótimos. – Sergio se intrometeu. – Já recuperamos todos os investimentos, inclusive o valor da consultoria.

- Isso é muito bom. – Respondi.

- Tudo isso graças a vocês. – Ricardo disse abrangendo o Michel e o Justin.

- E a vocês também que colocaram as boas ideias em praticas. – Eu disse.

- Você vai banhar uma boa participação. – Sergio disse.

Resolvi ignorar, isso era contratual e não porque ele queria me agradar.

- Vamos tomar uma hoje para comemorar. – Sergio disse.

Justin pareceu animado, Michel estava neutro e o sorriso do Ricardo me convenceu. Era mais uma chance de ficar perto do Ricardo e provocar ciúmes no Sergio.

- Tudo bem, podemos sim. – Eu respondi e todos ficaram contentes.

Trabalhamos ate o final do dia.

- Leo, posso te pedir uma ajuda? – Ricardo me pediu.

- Claro Ricardo, em que posso te ajudar.

- Não é nada da empresa é da minha aula. Já te disse que um dos seus colegas da Consult é meu professor. Ele sempre usa cases da empresa para exemplificar na aula. E eu tenho um trabalho que foi um case seu. – Ricardo disse começando a rir.

- Então você quer ir direto na fonte? – Eu disse rindo.

- Isso, se não achar antiético. – Ricardo respondeu.

- Não claro que não. Pelo contrario demonstra como você é esperto e está fazendo a sua pesquisa. - Respondi deixando Ricardo ainda mais contente.

Ele me falou do caso conversamos um pouco quando fomos interrompidos pelo Sergio.

- Bora para o bar? – Sergio disse.

- Podem ir na frente, leve os meninos que eu vou logo em seguida com o Ricardo. – Eu disse.

Sergio não gostou da ideia, mas foi embora deixando apenas eu e o Ricardo na empresa. Acabamos o trabalho do Ricardo e enquanto juntava as minhas coisas para ir embora Ricardo permanecia sentado olhando pra mim. Eu sabia que ele queria dizer, mas não tinha coragem. Parei em frente a sua mesa.

- Ricardo, eu queria...

- Leo, eu queria...

Rimos por termos falado juntos. Ele fez questão que eu falasse primeiro.

- Sobre semana passada. – Eu disse me sentando na mesa bem próximo dele. Minhas pernas ficaram entre as dele. – Você não precisa ficar sem graça. Você não me levou na porta, hoje não foi me receber. Acho que fiquei mal acostumado. – Finalizei passando a mão no seu ombro.

- Leo, me desculpa. Realmente fiquei estranho. Foi estranho, era pra ser uma brincadeira, mas ficou estranho. Muito estranho. – Ricardo se embolava.

- Eu fiquei feliz com a brincadeira, poderia ser assim mais vezes. Tipo agora que te ajudei no seu trabalho. – Eu disse rindo.

Ricardo ficou vermelho, percebi uma gota de suor se formando entre seus cabelos e a sua testa, fui com a minha mão até lá para limpar. Nisso o Ricardo se levanta ficando de frente poucos centímetros parado na minha frente. Eu o puxei pela cintura e lhe dei um beijo.

Um beijo de verdade que fui correspondido. Sua boca macia e gosto de chiclete, sua língua passando na minha. Foi sem duvida um dos melhores beijos da minha vida. Talvez o mais esperado. Ele me apertava em um abraço. Meu pau foi ficando duro e o dele também. Passávamos as mãos nas costas um do outro, no cabelo. Era um beijo que não teria fim.

- Que porra é essa aqui? – Sergio gritou nos interrompendo e nos assustando. Ele estava parado na porta da sala.

CONTINUA...

Comentários

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02/06/2019 09:14:36
delicia de conto
26/05/2019 01:59:39
aff otimo
24/05/2019 10:09:58
Ameiiii!!!
12/02/2019 10:05:08
Pessoal já saiu a continuação //in.zdorovsreda.ru/dbnaked/texto/Gostaria de agradecer a todos que leram este conto principalmente aqueles que votaram e comentaram. Muito obrigado continue acompanhando, temos muitas muitas surpresas pela frente. - - - - Mais uma vez muito obrigado, leiam o próximo. Fico muito feliz com o seu envolvimento no conto. muito obrigado por acompanhar a historia, e você esta bem certo no seu comentário veja a continuação. Fico feliz que meu objetivo como escritor aqui na casa esteja sendo atingido. Valeu mesmo. adoro os seus comentários e suas analises, por favor me fale mais. Fico feliz que esteja gostando. Valeu mesmo. ele ficou sim, veja a continuação Veja o próximo vem mais surpresa por ai. Muito obrigado pelo seu voto e comentário.
12/02/2019 01:44:15
Perfeito.
10/02/2019 14:46:49
Eita que agora é que está chegando na grande vingança. Curiosa pra saber como será com o Sérgio, qual será o castigo dele.
09/02/2019 21:13:39
Eu ja não tenho o que falar desse conto
09/02/2019 15:30:12
Puto não, acabado hahahaha ele perdeu e bom que o Leo se vingue dele. Aquele inrustido
09/02/2019 13:58:22
O Sergio deve ter ficado louco.....
09/02/2019 10:46:42
Yeeesssss! É ali que eu me refiro, kkkk. A vingança tão planejada vem de um ato espontâneo, nas asas do desejo, da paixão e, quiçá, do amor. Muito ótimo esse final, coroando um capítulo intenso. O arrependimento do Cezar, a completa conversão do Everton, tudo fantástico. Está difícil não ficar ansioso pela continuação.
09/02/2019 10:14:32
na melhor parte, 😢😢😢 por favor posta logo
09/02/2019 05:21:23
Muito bom...
09/02/2019 02:23:19
Muito bom adorei.
09/02/2019 02:17:56
Capítulo puro tesão. Conte-nos mais
09/02/2019 02:02:48
Com certeza o Sérgio queria estar no lugar do irmão. Excelente como sempre.
09/02/2019 01:36:00
Cara esse conto é demais, tô amando, cada capítulo melhor que o outro. . . posta outro aí queremos saber a reação do Sérgio. por favor não nos faça esperar tanto
09/02/2019 01:14:17
Eita😲😱💥💥 barraco a vista. Ansioso pelo próximo capítulo
09/02/2019 00:49:45
Excelente, esse Everton tá saindo melhor q a encomenda e por essa nem o Léo esperava, imagina o Sérgio...kkk
09/02/2019 00:33:37
Gostou deste conto? Por favor, vote e comente. Quero escutar a opinião de vocês. Enquanto não sai o próximo capítulo aproveite para ler os meus outros contos aqui na casa. //in.zdorovsreda.ru/dbnaked/perfil/242797 Obrigado

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