Numa noite com meu primo...

Um conto erótico de jovem_sex
Categoria: Homossexual
Data: 13/03/2019 17:06:08
Nota 9.80

Olá, pessoal!

Depois de muito pensar sobre, hoje escrevo pela primeira vez aqui na Casa. Nunca publiquei nada assim antes, então espero que gostem. Se eu ver que tem gente lendo, curtindo e comentando quem sabe eu publique mais coisas. Então vamos direto ao conto.

Hoje pensei em contar a minha primeira experiência, ainda adolescente, com algo relacionado a sexo. Eu tinha uns 14 anos quando aconteceu. Nasci numa cidade de interior, mas por motivos de trabalho minha família acabou se mudando para a cidade grande, isso quando eu já estava com uns 9 anos. Mas sempre fazíamos visitas aos familiares da nossa cidade natal quando dava, como em feriados, ou quando eu estava em época de férias. Eu sempre fui muito familiar, então por isso era fácil manter contato e sempre que dava eu passava um tempo lá, onde acabava ficando na casa da minha avó.

Em uma dessas ocasiões (agora não me lembro se estava de férias ou era apenas um feriado prolongado) eu fui para a tal cidade e, como de costume, ficaria na casa minha avó. Dá pra dizer que tenho uma família grande, considerando minhas famílias maternas e paternas juntas, o que significa um bocado de primos. Felizmente eu sempre me dei bem com todos e quando eu fazia essas visitas era uma boa oportunidade de me reunir com os que moravam por lá para brincarmos juntos. Sendo assim, não perdi tempo e pedi para minha avó deixar eu chamar uma turma pra passar o dia lá brincando. Minha avó deixou e assim comecei a ligar para a casa de todo mundo. Convidaria duas primas e mais um primo. Uma das meninas não quis ir e a outra estava viajando com os pais. No fim acabou que seria apenas meu primo e eu.

Como disse, sempre me dei bem com todos os meus primos, especialmente com os que tinham idade mais próxima, é claro, pois fomos criados brincando juntos. Esse meu primo nasceu no mesmo ano que eu, então tinhamos a mesma idade. Sempre brincavamos juntos e eu estava empolgado para que ele viesse. Aproveitamos o embalo e pedimos para meu tio deixar ele dormir na casa da nossa avó, então ficou combinado que assim seria.

Quando meu primo chegou, ele deixou sua sacola de roupas no quarto e logo fomos brincar. Hoje acho engraçado, porque na época já podíamos nos considerar adolescentes, mas ainda nos reuníamos para brincar. Claro que não eram brincadeiras tão infantis, como pega-pega, mas ainda sim nos divertiamos de um jeito de garotos. Além disso, a casa da minha avó tinha um quintal gigante, perfeito para crianças, então a nossa diversão estava garantida.

Até aí tudo parecia tão normal quanto sempre foi. O dia terminou, tomamos banho (um de cada vez) enquanto minha avó fazia o jantar e depois comemos. Já mais tarde naquela noite resolvemos dormir na sala de TV. A casa da minha vó tinha dois quartos: um que ela dormia e outro que era de hóspedes. Geralmente meus pais dormiam lá quando eles visitavam a cidade comigo, e eu acabava dormindo com a minha avó no quarto dela.

Como queríamos ficar assistindo TV até mais tarde, ajudamos minha avó a levar o colchão da cama da casal do quarto de hóspedes para sala, junto com dois travesseiros e os lençois. Com tudo arrumado, nós deitamos para ver televisão, e a minha avó no sofá. Quando começou a ficar muito tarde ela se despediu e foi dormir. Já nós, apagamos a luz e ficamos deitados assistindo, cobertos com um lençol e apenas com a luz da TV nos iluminando.

No começo ficamos conversando, comentando os programas ou jogando conversa fora. O tempo foi passando e fomos nos aquietando, até que chegou um momento em que focamos no filme que estava passando e ficamos em silêncio.

Quando já passava da meia-noite comecei a ficar sonolento. Olhei para o meu lado para ver se meu primo também estava querendo dormir. Quando virei minha cabeça me deparei com meu primo, de olhos fechados, respirando ofegante. Fiquei olhando aquilo e demorou alguns segundos para notar que ele estava mexendo nas suas partes baixas. Eu podia apenas ver o movimento sutil da mão dele por baixo do lençol que o cobria.

Eu chamei seu nome e ele se virou meio sem saber o que fazer. Eu resolvi ignorar o que havia visto. Eramos garotos, mas não eramos tão inocentes assim. Eu sabia bem o que ele estava fazendo, mas achei melhor deixar pra lá. Então perguntei se eu podia desligar a TV para dormirmos. Ele disse que sim e então eu desliguei o aparelho e me virei para dormir.

Nesse ponto da história vale dizer que eu, apesar de ainda estar no processo de me descobrir plenamente, já sabia que sentia desejos por outros homens, ainda que mantivesse esse segredo para mim mesmo. Eu já havia reparado de um jeito diferente os colegas da minha escola e até homens adultos, eventualmente. Mesmo assim nunca tinha passado por uma experiência como a que viria a acontecer.

Aquela noite eu não dormi muito bem. Meu primo se mexia muito e isso me acordava de tempos em tempos. Em um certo momento eu acordei. Ou melhor, fui acordado, mas ainda não tinha identificado porque ou por quem. Pela luz que entrava pela janela imaginei que o dia ainda devia estar nascendo. Pensei então que fosse minha avó, que sempre levantou cedo, mas a casa estava silenciosa ainda.

Então sentí um puxão no meu calção. Fiquei estático. Então um segundo puxão mais leve que o primeiro. Senti meu calção descer um pouco com a cueca. Continuei parado sem saber bem o que fazer. Então senti um terceiro puxão, mais firme, porém vagaroso. Meu calção e cueca desceram bem mais, expondo minha bunda para a única pessoa que estava comigo alí: meu primo.

Me perguntei se aquilo era algum tipo de bricadeira, piada ou peça que ele estava pregando. Não deu tempo nem de perguntar, quando sentí algo roçando em mim. Não precisei nem olhar pra instintivamente saber que era o pau do meu primo. Eu sentia ele esfregando o pau na minha bunda, até que em dado momento ele colocou o pênis no meio das minhas nádegas e começou em enfiar ele lá.

Não ví o pau dele, mas imaginei que ainda não estava tão desenvolvido pela idade, por causa do tamanho. Apesar de sentir o pinto dele na minha bunda, ele não conseguiu chegar perto do meu ânus. Eu ouvia meu primo começar a ofegar e eu ainda parado. Eu sabia do que gostava, e claro que a sensação era boa, mas era estranho ser justo com meu primo, que nunca havia enxergado como homem.

Lá estava ele, se não me enrabando, fingindo e morrendo de prazer. E eu alí parado. Qualquer movimento talvez ele se assustasse e parasse. Percebi que além da sensação de ter um pau sendo esfregado na minha bunda, a própria tensão do momento me congelava alí. Naquela hora eu só rezava pra que minha avó não resolvesse acordar e passar por alí para chegar até a cozinha.

Meu primo continuava metendo nas minha nádegas sem mudar o ritmo, mas sua respiração ficava mas forte. Não demorou muito mais pra ele desacelerar. Quando ele tirou o pau de mim notei que saiu muito facilmente, deslizando. Não é que o taradinho gozou na minha bunda sem nem ter comido meu cú?!

Nisso ele subiu meu shorts o mais discretamente que pode (sem muito sucesso, porque metade da minha bunda estava descoberta), virou para o lado e dormiu. Notei que ele tinha caido no sono pela respiração, dessa vez mais calma e profunda. E eu fiquei alí, fazendo hora. A essa altura já tinha até perdido o sono.

Quando finalmente acordamos eu fui ao banheiro e limpei a bagunça que ele tinha feito em mim. Passamos a manhã, até depois do almoço que era quando ele ia embora, numa boa. Ele me olhava com certo cuidado, mas ambos fingimos que nada havia acontecido.

Na verdade não sei em que mundo ele achou que alguém não acordaria com o que ele fez. De todo modo, não queria deixar ele constrangido nem arranjar encrenca, então deixei pra lá.

Vale lembrar que nunca senti atração pelo meu primo. Aquela foi uma experiência que por imaturidade me deixei levar. Nunca mais repetimos o feito. Inclusive, meu primo e eu não temos mais contato, porque ele foi morar fora do Brasil. Coisas da vida.

Bom, pessoal espero que vocês tenham gostado do conto e curtido essa história. Acho que o ponto aqui nem foi o sexo em sí, mas toda a tensão de ter um primo querendo me enrabar prestes a ser pego. Claro que tenho histórias de sexo de verdade, mas imaginei que vocês fossem gostar dessa apesar de tudo, até por ser uma espécie de “iniciação”.

Enfim, obrigado por lerem pra quem leu. Se quiserem mais histórias minhas, deixa um comentário aí.

Até mais! ;)

Comentários

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23/03/2019 09:19:59
Que delícia de história. Me lembrei de eu e meu primo que também rolou.... g m a i l . c o m. Pergunta que que te conto. Continue seus relatos, adorei e Visite meus contos também.
16/03/2019 10:38:06
Lógico que eu quero mais histórias suas.
14/03/2019 17:46:58
nota milll
14/03/2019 04:08:05
Continuar
13/03/2019 23:10:21
Muito bom. É bem interessante contos sobre iniciação e descobertas. Pode continuar que estarei seguindo.
13/03/2019 22:06:33
DE FATO, UMA INICIAÇÃO. MAS FALTOU APIMENTAR. FOI TUDO MUITO MAQUINAL. PENA MESMO ELE TER IDO EMBORA E VOCÊS PERDEREM O CAONTATO. ALGUNS ERROS NA ESCRITA. MAS ESTÁ MUITO BEM ESCLARECIDO TUDO. COM PARÁGRAFOS ACENTUAÇÃO. UMA PENA MESMO QUE NÃO EVOLUIU.

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