Uber da putaria

Um conto erótico de Guridoscontos
Categoria: Heterossexual
Data: 11/07/2019 14:09:08
Nota 9.50

Meu nome é Saulo, tenho 27 anos, sou moreno de cabelos bagunçados e escuros, num corte militar dos lados e tenho aproximadamente 1,80m. Tenho o porte físico malhado e a barba por fazer.

Namoro uma garota chamada Andressa, ela tem 21 anos, cabelos loiros e escorridos, olhos castanhos bem claros e uma covinha do lado direito do seu rosto, as bochechas rosadas e carnudas e lábios finos e delicados. Ela é pequena, com 1,62 de altura e pesando 49kg. Suas coxas são torneadas e fartas, a bunda empinada e seios médios, porém firmes e empinados.

Tudo aconteceu quando voltávamos de uma festa e pedimos um Uber para minha casa, o trajeto percorrido levava em torno de 35 minutos e quem nos atendeu era um motorista mais velho chamado Antônio, devia ter na faixa de uns 40 e poucos anos.

Durante o percurso, o Antonio parecia saber bem como desenvolver uma conversa, buscava nossas pretensões nos detalhes das frases e consequentemente o assunto foi fluindo até chegarmos ao sexo, mais precisamente a fetiches e preliminares. Ele contava como eram os casais que entravam no seu carro indo ou voltando de casas de swing, ou aqueles que voltando de alguma festa iniciavam as preliminares em seu carro.

— E o que o senhor faz quando eles começam a esquentar aqui atrás? — Indaguei de forma curiosa.

— Ah, rapaz! Eu apenas coloco um som mais alto e animado e deixo fluir! — Ele respondeu de forma convicta.

— Então coloca um som desse aí! — Brinquei.

Não pretendia ser levado a sério, afinal, fui irônico em minha frase e minha namorada apenas riu, compreendendo minha brincadeira. Mas o Sr. Antônio em dois cliques no painel do carro colocou uma música numa batida trap, como dessas rádios de madrugada, só que mais empolgante.

O assunto cessou por longos segundos, minha namorada me fitou de modo curioso e malicioso, o que me fez repousar uma das mãos sobre sua coxa esquerda e apertar suavemente, subindo a palma da minha mão lentamente contra seu vestidinho curto que por lá caia. Ela aproximou seu corpo de mim, deixando o mínimo de espaço entre nós dois e colocou uma das mãos em meu abdome, recostou seu rosto em meu ombro e depositou um beijo estalado em meu braço, subindo a manga curta da minha camisa parcialmente com a ponta do seu nariz.

O Sr. Antonio continuava o trajeto com uma velocidade menor do que havia começado, percebia que dirigia cautelosamente e evitou pegar as avenidas principais no trajeto, indo por ruas paralelas e mais desertas. Seu olhar volta e meia nos encarava pelo retrovisor, mas evitava manter o contato visual por muito tempo.

Percebi que aquela poderia ser uma oportunidade única em nossas vidas, por isso invadi o vestido da minha namorada com certa rapidez e apalpei prensando dois dedos contra seu grelhinho e esfregando-os vagarosamente contra o pano da sua calcinha. Mesmo molhadinha, ela segurou meu braço com sua mão vaga e riu baixo, apreensiva com a situação.

— Tá doido, amor? — Andressa me disse próximo ao meu ouvido.

— Vai falar que não pensou em fazer alguma coisa aqui? — Indaguei-a.

Ela abriu um sorriso cínico e pervertido, voltou a me fitar no olhar com uma expressão vadia em seu rosto e mordeu seus lábios inferiores de um modo extraordinariamente sexy.

Envolvi um dos meus braços em seu pescoço e mantive o outro a borda do seu vestidinho, puxei seu rosto para perto de mim e a beijei de maneira cobiçosa, nossas línguas se caçavam e entrelaçavam num ritmo acelerado e o estalo dos beijos eram altos, mesmo com a batida da música era possível escutá-los. Ao longo do beijo, ela foi soltando a mão que me segurava e se entregava, lentamente, ao seu desejo e as minhas investidas. Não demorou muito para ela estar praticamente em cima de mim, com minha mão enterrada em sua calcinha e brincando com a ponta de dois dedos a entrada da sua bucetinha enquanto ela me beijava e rebolava copiosamente como uma putinha.

Ela se assentou em uma das minhas pernas, com a bunda empinada para trás o que facilitava meus movimentos, seu clitóris estava prensado em minha coxa e ela iniciou leves movimentos de vai e vem por cima de mim, roçando seu corpo propositalmente e com força ao meu, sentia seus seios fartos presos ao sutiã esfregarem-se em meu peitoral e sua calcinha úmida em minha coxa, seus beijos passaram a ser mordidas longas em meu lábio e fiz questão de subir parcialmente seu vestido, deixando seu rabo empinado com a calcinha socada totalmente a mostra. Com a minha mão vaga, derrubei uma das alças do seu vestido e deixei que caísse naturalmente com seus movimentos frenéticos, até que um de seus seios ainda presos ao sutiã ficasse visível.

Lancei um olhar para o retrovisor central e percebi que o Antonio olhava fixamente para a bunda dela exposta, mas desviou o olhar alguns segundos depois, voltando a prestar atenção no trânsito. Meu caralho latejava dentro da calça e coloquei a Andressa novamente ao meu lado, entre um suspiro longo de prazer. Em um movimento rápido, desfiz do meu cinto e coloquei meu caralho para fora, assim que ela percebeu minhas pretensões, já foi se posicionando no banco e ajeitando seus cabelos para mamar meu caralho.

Andressa ficou praticamente de quatro no banco, novamente empinando sua bunda mas desta vez para a janela, segurou meu caralho pela base e o abocanhou com vontade, em uma fração de segundos todo o meu cacete sumiu dentro da boca daquela loira gulosa. Seu boquete era com maestria, bem babado e com movimentos sutis e rotacionais com a língua, enquanto o chupava e forçava sua cabeça contra meu pau, sua mão estimulava a base, apertando suavemente ou punhetando num ritmo ágil e contínuo. Ora deslizava sua mão para minhas bolas e cautelosamente as apertavam e brincava com elas.

Eu sentia meu desejo vir a flor da pele, segurei a nuca da minha namorada e comecei a foder sua boquinha como um animal, pude ouvi-la gemer baixinho e abafadamente com meus movimentos, mas ela não parava um segundo sequer e me mamar. Quando meu caralho começou a pulsar anunciando um orgasmo próximo, ela cessou rapidamente seus movimentos e retornou ao seu lugar, limpou rapidamente o excesso de baba que estava em seu rosto e lançou um olhar fixo ao retrovisor central.

Antes que pudesse raciocinar direito, ela voltou para cima de mim, com seu vestido todo suspenso e afastou sua calcinha. Sentou-se em meu caralho com calma e precisão, sua buceta engoliu todo meu mastro e em pouco tempo aquela loira deliciosa estava em meu colo com meu cacete todo socado dentro dela. Ela me abraçou envolvendo ambos os braços na minha nuca e puxou meu rosto contra o colo dos seus seios, empinou fortemente sua bunda e começou a quicar entre algumas reboladas, eram movimentos rápidos e intensos, como se quisesse tirar algo de dentro de si.

O máximo que pude fazer era agarrar sua bunda com força e auxiliá-la na movimentação, beijava e chupava o colo de seus seios o máximo que era exposto por mim e tinha meus cabelos puxados a força, suas quicadas eram tão frenéticas que o barulho das nossas virilhas batendo estavam abafando a música que tocava e seus gemidos constantes e altos tornaram-se a melodia do momento. Ela cavalgava de uma maneira tão sensual e envolvente que meu caralho voltou a pulsar alucinadamente dentro dela.

— Vou gozar, amor! — Foi o que eu consegui dizer abafadamente.

Ela intensificou ainda mais os seus movimentos, prendeu-me entre suas pernas e começou a movimentar os músculos do quadril de modo tão rápido e enlouquecedor como as garotas de funk fazem, comecei a gozar ao fundo daquela loira, eram jatos longos e recheados de porra de tanto tesão que aquela garota e aquela situação me causavam, mas meu orgasmo não era o suficiente para ela, seus movimentos continuaram tão velozes até o momento que senti sua intimidade se contrair e piscar, seus gemidos assim como as reboladas começavam a falhar e seu corpo vinha de encontro ao meu, prensando-nos ao máximo que conseguia. Sabia que seu orgasmo estava por vir, apenas apertei sua bunda com força e inclinei meu quadril de modo que ela pudesse sentir ainda mais meu caralho ao fundo de ti.

— Estamos chegando, pessoal! — Disse o motorista.

Minha namorada gozou e riu, durante a frase do motorista. Num misto de vergonha e satisfação. Percebi pelo seu semblante que estava completamente realizada apesar da pouca timidez de estar naquela situação. Demos um breve selinho e nos recompomos no banco. Chegando em casa, nos despedimos do motorista e o avaliamos com 5 estrelas, e depois de um banho longo, fizemos mais uma vez um sexo bolado, estávamos completamente em ecstasy pela situação. Esperamos poder repetir a experiência em outra oportunidade.

Comentários

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12/07/2019 11:44:31
Bom
VIC
11/07/2019 19:18:12
o Tio Antonio é um cara esperto..parabéns amigos...
11/07/2019 17:37:38
Bom texto.
11/07/2019 17:22:36
Parabéns Saulo, experiência emocionante. ..nota 10

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