Cléber ou Fernandinho? - Ep.7

Um conto erótico de Joshua
Categoria: Homossexual
Data: 11/07/2019 22:19:47
Nota 9.75

Eu estava confuso, estava feliz e triste. Durante toda a noite, fiquei com o Cleber do lado da piscina assando carne e tomando cerveja, lá fora, a gente sempre acabava passando a mão um no outro, o tesão continuou, mesmo depois de uma trepada tão boa e que tirou metade das minhas energias, ele fez fazendo e realmente queria mostrar que era melhor que o Fernandinho; mas o que eu achava? Eu estava em dúvidas.

Coloquei umas músicas legais e no meu celular tinha umas mensagens do Fernandinho.

— Onde você tá? Fui na tua casa e nada (23:50)

Eu não quis responder, depois respondi dizendo que estava na casa de um tio meu e ele começou a mandar mensagens como todo dia vinha fazendo, falando que estava pensando em mim e queria me ver... Eu olhava para o Cleber e via aquele corpo de costa, aquelas costas bem desenhadas e aquela bundona gostosa, aquelas coxas com poucos cabelos e aquele rosto. Fernandinho tinha seu charme, era uma delícia também, eu estava com duas dos três garotos mais gostosos da minha sala, eles eram muito deliciosos. “Cleber estava na frente”, não posso dizer que fazia a coisa certa, mas, era o que eu estava sentindo e eu ainda queria saber o que Cleber queria comigo, ele mudou muito rápido e eu estava com medo disso, eu estava dividido e gostando dos dois, sem falar da menina que eu havia prometido tentar algo com ela.

— Ainda quero te comer hoje, na hora que a gente for dormir

Disse Cleber

— Eu que vou te comer dessa vez

Falei

— Não curto, prefiro meter meu pau todo no seu cuzinho, tive peninha de você, quero caprichar na próxima.

Ele já estava até com o pau duro no short, quase pulei pra mamar ele, mas, tinha vizinhos.

— O que você quer com isso?

Perguntei

— Isso? Nosso sexo?

Ele

— É, porque parece que você quer algo, ou só sexo?

Falei

— Você quer mais que sexo?

— Eu quero saber primeiro o que você quer...

— Quero você!

— Você já tem, vamos ficar sempre escondidos?

— Sim, você quer que as pessoas saibam que transamos?

— Não! Claro que não.

— Então, você quer saber se somos namorados?

— Mais ou menos isso...

— Quer ser minha namorada?

Ele pegou umas plantas esquisitas lá e se ajoelhou

— Porra é essa?

Falei

— Eu realmente quero namorar com você!

Ele falou sério, achei que estivesse brincando.

— É exatamente sobre isso que quero falar, o Fernandinho...

Assim que falei isso ele se levantou.

— Você gosta dele?

Perguntou a mim

— Sim, gosto! Só que você...

Falei e parei

— Eu sou o que?

Ele questionou

— ... tem me deixado pensativo, eu tinha gostado de você, depois tentei esquecer e não consegui, agora, você vem me propor algo sério, não estou entendendo nada.

Falei tudo

— Eu só gosto de você, eu errei e queria tentar mudar isso, o que a gente teve dentro daquele quarto foi perfeito, quero tentar fazer melhor por você e isso foi bom, por isso eu estou fazendo o que é para ser feito.

Ele sempre falava e eu pensava no Fernandinho, como falaria isso para ele?

— Eu gosto de você, você tem um sexo sem igual, mas, eu estava com o Fernandinho, preciso conversar com ele.

Cleber pareceu um pouco irritado e entrou na casa. Eu liguei para o Fernandinho e conversei com ele, perguntei o que a gente tinha (fiz errado pelo telefone, só que eu estava confuso demais, queria uma resposta imediata) e ele falou superficialmente que a gente só tinha sexo, não sei se falou apenas por falar ou era por ser pelo telefone e eu não entendi, a questão era: eu estava me apaixonando pelo Cleber.

— Liguei para o Fernandinho e não deu em nada, ele nem me disse muita coisa.

Falei para o Cleber

— Então, você é meu!

Me puxou pela mão enquanto falei isso na cozinha e me beijou. Eu o beijei e o abracei, eu não conseguia não passar a mão no pau dele, ele sempre ficava duro com facilidade, ele é muito tesudo.

Passamos a noite fazendo sexo, quando saímos da piscina um pouco animados por causa da bebida, entramos na casa, fechamos todas as portas e ficamos totalmente pelados. Eu me sentei na cadeira da mesa e ele sentou em cima da mesa com as pernas abertas para eu “jantar” aquele cacetão gostoso, eu olhava para ele, passava a língua na cabecinha do pau dele, descia a língua até em baixo, às vezes colocava ele encostado no meu rosto, eu brincava com aquele pau, meu cuzinho piscava e eu ficava tentando engolir a rola toda. Passava as mãos no peitoral dele, a barriguinha sarada e aquelas coxas que me deixavam pirando, aquela bunda grande que eu apertava, me levantava e beijava aquela boca gostosa, pegava no cabelo curto dele e o puxava até minha boca, eu estava decidido e entregue a esse macho gostoso. Mamei ele novamente e pedi pra ele ficar de quatro em cima da mesa, o pau dele muito duro eu puxava para trás e mamava ainda mais, ele molhava minha língua com o tesão que saia do pau, aquele cheiro gostoso de rola, nossa! Eu piro demais nesse cacete dele.

Fomos para o sofá e fizemos um 69 foda, ele agora arregaçava meu cuzinho com a língua e eu fazia de tudo para engolir o pau dele, batia com força no meu rosto e o chamava de ‘filho da puta do cacetão’, ‘arromba meu cu’ e aquela rola ficava ainda mais dura, me deitava naquelas coxas e bebia o tesão daquela pica. Ele colocava um dedo, dois dedos no meu cu e ele piscava com vontade de levar uma rolada dele novamente. Pedi para ele deixar eu ‘kikar’ no pau dele, ele sentou-se no sofá e aquela rola parecia ter aumentado de tamanho, fiquei de ‘coca’ e ele foi me segurando até meu cu conectar com aquele cacete ‘durasso’. Eu pulava literalmente no pau dele, gemia de forma brutal, parecia um cavalo, ele segurou em mim, se levantou comigo no colo dele com minhas pernas nos braços dele, me encostou no sofá e fiquei todo aberto pra ele, ele meteu com tanta força aquela pica dentro que eu não tinha mais cu, era um buraco esfolado, ele me deixava ainda mais pirado quando pegava no meu pau ou o meu pau encostava na barriga dele, ele meteu, meteu e gozou dentro do meu cuzinho, ele nem tirou de dentro depois e me beijava, mordia minha boca e puxava minha língua. Abriu minhas pernas e colocou a rola por cima, ficou batendo punheta em mim para eu gozar e eu lambia aquela rola melada de gala e com o gosto do meu cu. Não poderia deixar de me apaixonar ainda mais por esse cavalo, ele era perfeito e tesudo, cada sexo que a gente fazia era melhor que o outro, nem parecia aquele garoto fingindo não querer sexo comigo nas primeiras vezes.

Passamos a noite pelados e assistimos pelados, as vezes eu ficava brincando com o pau mole dele, até tentei chupar ele mole tempos depois, mas, não conseguíamos mais fazer nada, super cansados. Fomos para o quarto maior e ligamos a TV, nos deitamos abraçados e eu sentindo o cheiro dele, com minha perna por cima da dele, a mão as vezes pegava no cacete dele, eu sonhava que ele ficasse duro novamente e que ele me comece mais uma vez, meu tesão parecia não acabar, ali, adormecemos e ele me acordou com a língua dentro do meu cu, lambendo e se masturbando. Eu tomei um susto, foi bem estranho, mas depois foi só tesão, quando ele acordou ele já estava de pau duro, dessa vez, ele já foi metendo no meu cu e eu ainda sonolento, me apoiei no travesseiro e deixei ele me comer indefeso, empinava meu cu pra ele meter mais gostoso e meteu, com força, parecendo um cavalo, com força ele metia e gozou tão rápido dentro que eu deveria ter 1 litro de gala dentro do meu cu.

— Precisamos morar juntos pra eu te comer umas cinco vezes por dia. Que cu gostoso da porra.

Ele falava enquanto metia mesmo depois de ter gozado. Fomos tomar um banho e lá a gente resolveu voltar pra cidade, pois as pessoas voltariam provavelmente depois das 10 da manhã.

Ele me deixou no mesmo lugar onde me pegou antes de irmos, eu fui pra casa e quando cheguei lá, todos perguntaram onde eu estava e eu inventei uma conversa nada haver com nada e fui pro meu computador, atualizar tudo. Um tempo depois Fernandinho foi à minha procura, ele chegou e estava lindo, um short azul de praia, sandália branquinha e uma camisa amarelo escuro, um boné branco e aqueles cabelos cheios dele fazia ele ter o charme que tinha, ao entrar trancou a porta e me deu um murro no ombro (fraco, mas doeu (risos)).

— Tu tava onde porra?

Perguntou

— Já te falei...

Tentei

— Não estava, sua mãe disse que vocês não têm família com sítio por aqui.

Eu tinha esquecido que ele e minha mãe agora estavam na maior amizade. Precisaria dizer a verdade a ele.

— Fiquei com raiva da forma que você falou ontem, queria ter falado ontem umas coisas, mas, nem tive mais vontade de falar por isso...

— Então fala agora, só tem nós aqui.

Ele falou

— É...

Ele simplesmente se sentou no meu coloco e ficou me olhando.

— Conta!

Ele ainda pra completar a situação me deu um selinho.

— Sai porra, se alguém brecha na porta a gente tá fudido!

Na verdade, eu dei uma desculpa, pois eu precisaria falar que tinha ficado com o Cleber.

— Então fala logo!

Ele insistiu

— Ontem eu tava com o Cleber no sítio, era do povo da família dele.

Falei rápido

— Cleber?

Perguntou

— Sim...

Tive que explicar tudo sobre ele e o que tínhamos feito, sobre o ciúme dele e toda aquela situação que vocês já sabem.

— Porra! Achei que tinha sido só comigo...

Ele parecia triste

— Quero saber o que você quer comigo de fato, eu estou confuso e ainda penso em você e penso nele.

Só não falei sobre o sexo da noite anterior.

— Eu tinha falado até sobre isso com sua mãe, não dizendo que era eu e você e ela me encorajou a assumir com essa pessoa, sem saber que era você.

Ele falou para a minha mãe que era gay?

— Você disse a minha mãe que era gay? Mas você não é gay, eu sou gay...

Foi uma conversa esquisita

— Falei que gostava das duas coisas e que estava gostando mais do carinha que estava me relacionando...

— Minha mãe falou o que? Você enlouqueceu mesmo!

— Sua mãe só me deu forças, ficou feliz por eu ter confiado nela.

Pensei, vai ser o fim do mundo agora, Fernandinho se assumiu para minha mãe, pronto! Meu pai agora vai juntar uma coisa com a outra e pronto, na verdade, acho que minha mãe já deveria estar pensando que eu ficava com ele aqui...

— Você é louco velho, agora minha mãe vai suspeitar.

Ele ficou fazendo gesto de despreocupação.

— Não vai não, ela pensa que você gosta daquela menina do barzinho.

— Piorou, agora fudeo mesmo!

Eu estava sem saber o que realmente fazer, Cleber estava mandando mensagem para completar a confusão e eu simplesmente parei e perguntei o que ele pretendia fazer, pois eu não sabia o que fazer. Fernandinho simplesmente disse que eu deveria decidir, ou ele ou o Cleber, ele até perguntou se já tínhamos transado pra valer, o que eu tinha achado do sexo e claro que não falaria nada disso. Enfim tomei uma decisão...

Conto em breve!

Comentários

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13/07/2019 11:56:23
Demais
12/07/2019 02:34:55
Continua
12/07/2019 00:30:41
REALMENTE MENTIU PRO FERNANDO. E ELE DESCOBRIU. BEM FEITO. AGORA TEM QUE ESCOLHER. BEM FEITO DE NOVO. LEMBRE-SE QUE AO ESCOLHER UM VC PERDE O OUTRO. NÃO DÁ PRA CONTINUAR SENDO EGOÍSTA E QUERER OS DOIS. SÓ ESPERO QUE FAÇA A ESCOLHA CERTA. MAS QUERO DIZER QUE NÃO ACREDITO EM CLEBER. MUITO ESTRANHA ESSA MUDANÇA REPENTINA DELE. MAS POR OUTRO LADO NÃO SEI AINDA MUITA COISA SOBRE O FERNANDO. TÁ DIFÍCIL.
12/07/2019 00:07:01
Perfeito

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